Busca

Mostrando postagens com marcador Chefe. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chefe. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Saiba responder a sete perguntas embaraçosas que os chefes fazem.


Rita Trevisan e Suzel Tunes

Se você nunca teve que enfrentar uma saia justa por conta de uma pergunta vinda do seu chefe, espere mais um pouco, é uma questão de tempo. Questões inesperadas, às vezes constrangedoras, são mais comuns do que deveriam e podem provocar situações incômodas no trabalho --especialmente se quem as faz é o seu superior hierárquico.


Diante de uma pergunta embaraçosa, feita à queima-roupa, a tentação de mentir é grande: um estudo publicado em 2012, na revista científica Psychological Science, revela que, sob pressão, as pessoas mentem mais. "Quando a situação exige uma resposta rápida, instintivamente, as pessoas tendem a se proteger, ainda que, para isso, abram mão da postura ética e mintam", diz o psicólogo Shaul Shalvi, da Universidade de Amsterdam, em sua pesquisa.

Porém, esse é, sem dúvida alguma, o pior desfecho para o episódio, segundo afirmam os especialistas em gestão de recursos humanos e comunicação no ambiente de trabalho. Afinal, mais cedo ou mais tarde, a verdade aparece. "É mais complicado ainda se o gestor for surpreendido por uma informação que ele já deveria ter", diz o psicólogo Rafael Chiuzi, especialista em psicologia do trabalho e coordenador do curso de Gestão de RH da Universidade Metodista de São Paulo.

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Medo de listar seu ex-chefe nas referências? Saiba o que fazer.

Geralmente, ex-chefes são as referências mais procuradas por empregadores. Você citaria o seu na entrevista de emprego? Se não, saiba o que fazer.
Fonte: Clipart
Se você não teve uma boa convivência com seu antigo chefe, colocá-lo como referência de trabalho pode ser uma decisão delicada. "É especialmente complicado porque, geralmente, ex-chefes são as referências mais procuradas por empregadores”, revela o presidente da empresa Posti & Associates, Chris Posti.
Ele ainda afirma que, se você não der seu ex-chefe como uma referência, vai causar uma desconfiança no recrutador, ao menos se não der uma explicação bem convincente. Levando em conta a importância da etapa em um processo seletivo, é ainda mais difícil dar qualquer passo sobre o assunto.
Se você não tem certeza se deve listar o ex-chefe entre suas referências, o site CareerBuilder reuniu especialistas para discutir o assunto.
Confira
Conhecendo a política da empresa em que trabalhou, você pode saber se ela dá importância às referências ou não. Às vezes, os superiores falam sobre o tempo em que você trabalhou quais funções realizadas, mas não cita sua qualidade como profissional, explica a gerente de operações da Attorney Resource Inc., Ann Dunkin. “Por outro lado, se você já ouviu o seu ex-chefe dar uma referência negativa, é definitivamente uma boa ideia riscá-lo da lista”.
Tenha uma conversa final
Mesmo que não seja “cara a cara”, falar com seu ex-patrão antes de colocá-lo entre as referências pode esclarecer essa questão. "Comece a conversa dizendo que você entende os desacordos entre ambos, mas não era pessoal, apenas objetivava o melhor para a empresa”, disse Posti. Ele afirma que uma conversa final pode aumentar os pontos com o gestor e que o fato de você não ter uma boa relação com ele não significa que esteja despreparado para o futuro cargo. “Lembre-se: mesmo se você não teve um bom desempenho no emprego antigo, você ainda tem outra oportunidade de mostrar sua capacidade”.
Encontre um substituto
Algumas empresas exigem as referências de seu último empregador. Mas, até mesmo aquelas que não peçam essa informação, ter alguém que possa fornecer panoramas sobre o seu trabalho cria uma sensação de transparência entre o profissional e o recrutador. Isso aumenta suas chances, em relação aos concorrentes.
Para Dunkin, você pode contornar a situação, caso seu ex-gestor não tenha as melhores impressões sobre você. Como? Pedindo aos outros gestores da empresa, que tenham maior proximidade. “Verifique se há alguém que possa falar bem sobre o seu trabalho. Talvez eles estejam dispostos a serem suas referências”.
Forneça outras referências importantes
Se você realmente não pode usar o seu chefe como uma referência ou algum dos superiores da empresa anterior, saiba que outras referências têm o mesmo valor e que podem indicar você como um ótimo candidato. “Coloque outras referências notáveis, tanto que o recrutador nem sentirá falta do seu último ex-chefe”, sugere Posti.
Já que a maioria das empresas pede duas ou três referências, esta solução simples pode ajudá-lo a driblar algumas pedras no caminho e esquecer - de vez - seu gerente anterior.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Chefe e colegas no Facebook fazem funcionário mudar comportamento

Ariane Ducati e Laura Brentano
O analista de sistemas Filipe Augusto Machado, de 26 anos, trabalha em uma empresa multinacional de tecnologia de informação do Paraná há pouco mais de um ano. Logo que foi admitido, três colegas de trabalho que ocupam cargos superiores ao dele, inclusive o chefe direto, o adicionaram no Facebook. “Me senti na obrigação de aceitar. Ficaria chato se não aceitasse, porque eles iam saber”, comentou.
(Foto: Ariane Ducati/G1)

Com a popularização do Facebook, é comum o usuário ter entre os “amigos” pessoas com quem não tem intimidade – pior: contatos para os quais algum post ou foto menos comportada podem significar “queimar o filme”, como os pais, sogros ou o patrão.
Para evitar saias justas, Filipe decidiu mudar algumas atividades de atualização da página e diz que, durante o expediente, parou de fazer postagens.

“Tinha o Twitter integrado ao Facebook e, de cara, cortei, porque escrevia muita besteira o dia inteiro no microblog”, conta. “Também tirei o ‘check in’ do Foursquare [programa pelo qual o usuário pode apontar em que local está].” No trabalho atual, ele não pode acessar o Facebook pelo computador. Para entrar na rede, ele usa um smartphone: “Apenas leio e respondo mensagens”.
Filipe diz que passou a usar ferramentas de privacidade (veja dicas ao fim da reportagem). “Criei um grupo para os amigos mais próximos, assim tem coisas que ficam disponíveis só pra eles”, conta. “Acho um pouco ruim [ter de] se privar de algumas coisas. Por exemplo, se você está com vontade de postar uma foto na balada com os amigos, não vou postar porque vão pensar coisas de mim. Mas também, exposição demais não é bom", opina.
Posso não adicionar o chefe?
"O brasileiro não separa as relações de trabalho com as pessoais", afirma Eline Kullock, do Grupo Foco,  empresa de seleção de profissionais. Mas, se alguém não quiser adicionar o chefe, pega mal dizer "não"? Para a especialista, não é errado recusar o pedido de amizade, se o usuário explicar o motivo ou preferir adicionar o chefe a uma rede profissional.
 “Não tem problema nenhum em dizer não, tendo uma alternativa imediata para adicioná-lo em outra rede [como o LinkedIn]”, diz Andreza Santana, gerente de marketing da recrutadora Monster. Porém, ter várias pessoas do escritório no Facebook e deixar o chefe de lado, “pode parecer que ele está sendo excluído”, acrescenta Eline.
Comentário deu confusão
Para especialistas, os usuários devem ter cuidado com o que colocam nas redes sociais, independente se o chefe está na lista de amigos. “O fato é que grande parte dos recrutadores entram no Facebook para acompanhar o perfil dos candidatos. Mesmo para usuários que já estão empregados, algumas companhias vêm estabelecendo regras sobre como usar o Facebook. Os profissionais devem se adequar caso queiram se manter no emprego”, aconselha Andreza.
(Foto: Arquivo Pessoal)

Estefânia Martins teve de lidar com comentário de funcionária em horário de expediente
É preciso atenção até para o horário de um post. Na empresa de segurança onde Estefânia Martins, de 26 anos, trabalha, em Porto Alegre, o Facebook é bloqueado para a maioria dos funcionários. A rede social está disponível apenas para os líderes e o setor de marketing.
Durante o expediente, uma das funcionárias que trabalham com Estefânia fez um comentário referente à roupa de outra colega, sem citar o seu nome. Um dos líderes da empresa leu o comentário, imprimiu e o entregou para a funcionária. O caso levou a empresa a reunir executivos para discutir o uso das redes sociais durante o expediente. Eles decidiram bloquear o Facebook para as funcionárias de Estefânia.
 “Ela não imaginava que fosse haver essa repercussão, tanto que fez um comentário sobre uma pessoa que não tem Facebook. Mas ela me justificou que a página é dela e que poderia escrever o que quisesse”. Estefânia acredita que elas ainda precisam aprender a lidar com as redes sociais no trabalho. “Mas acho que as pessoas ainda são livres. Hoje, eu estou controlando o teor de tudo o que as minhas funcionárias escrevem”.
(Foto: Arquivo Pessoal)

Yasmin Garcez, de 19 anos, diz que tem ótima relação com a mãe até mesmo no Facebook
Pais e filhos
Para a psicóloga Marina Vasconcellos, é positiva a presença de pais entre os "amigos" dos filhos no Facebook. “Os pais devem, inclusive, criar contas na rede social para acompanhar as atividades dos filhos. É uma situação nova da nossa sociedade. Esses limites estão sendo experimentados”, explica.
Marina conta a história de um casal que descobriu que a filha estava colocando fotos nuas e falando coisas chulas no Facebook. “Eles viram uma filha que eles não sabiam que tinham”, conta. “Ela estava se expondo sem limite. Se eles estivessem no Facebook, fariam parte da rede dela”.
Yasmin Garcez, de 19 anos, estudante também de Porto Alegre, diz que acha positivo ter os pais na rede social. Ela tem uma boa relação com eles na vida pessoal e transfere isso para o Facebook. “Eu até gosto de ter meus pais no Facebook. Eu vejo muitas amigas reclamando, mas eu não me importo”, diz. Ela e a mãe criaram as contas no Facebook juntas e são amigas em redes sociais desde a época do Orkut. “Ela sempre acompanhou tudo o que eu faço. Por isso, nunca teve problema”.


























Fonte: G1