Busca

Mostrando postagens com marcador remuneração. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador remuneração. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 27 de maio de 2014

A empresa quer saber quanto você quer ganhar



Dimensionar valor pode ser difícil. É importante identificar quanto vale o trabalho

Thomaz Vieira, da Folha de Pernambuco 

O que fazer quando a empresa pede sua pretensão salarial? Como dimensionar corretamente o valor? Afinal, quanto vale o trabalho? Definir essa média não é tarefa fácil, mas que deve ser feita com responsabilidade e bastante pé no chão. A pretensão reflete seu preço como profissional.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Especialista ensina a negociar salário antes da contratação

Faz tempo que você anda de olho em um novo emprego e agora a empresa dos seus sonhos também demonstrou interesse em tê-lo na equipe. Só falta vocês sentarem para discutir – e acertar – o salário. O problema é que você já sondou por aí que a remuneração oferecida pela companhia é inferior às suas pretensões. Será que tem como tentar uma negociação sem parecer presunçoso demais ou queimar o filme com quem está do outro lado da mesa?

Na opinião de Roberto Picino, diretor da Page Personnel, isso é perfeitamente possível porque não há nada de vergonhoso buscar um salário que seja mais condizente com suas necessidades e expectativas. “Ninguém trabalha só por vocação, mas também para pagar as contas. Então, se você não negociar, ninguém fará isso por você.

O melhor momento para isso, segundo ele, é justamente antes de ingressar na empresa, quando o candidato deve ponderar tudo o que está envolvido: o projeto, o aprendizado, a carreira, a expectativa de crescimento, os benefícios e, claro, a própria remuneração.

Para aumentar as chances de a negociação ser a seu favor, é necessário se preparar adequadamente, reunindo informações que possam embasar sua reivindicação por um salário maior. “É preciso, por exemplo, saber quanto o mercado está pagando pelo cargo pretendido e defender bem suas qualificações e competências para que o outro consiga enxergar o seu valor.” Mas atenção: não é de bom tom iniciar a negociação profissional pela remuneração. “Não precisa ser o último assunto da conversa, mas também não deve ser o primeiro”, sugere Picino.

Limites reais - Mas, supondo que o impasse seja apenas salarial, até quanto é possível negociar? Picino afirma que não existe uma regra de mercado ou um percentual mágico, porque isso depende muito da fase em que o profissional se encontra. “No início da carreira, por exemplo, dá até para pular de 1 mil reais para 2 mil reais. Mas quem ganha 15 mil reais dificilmente vai conseguir esse salto de 100% em uma negociação.” De qualquer forma, ele diz que na mudança de uma empresa para outra, desempenhando a mesma função, é comum conseguir entre 20% e 25% de aumento salarial.

Ainda que um aumento de 50% ou mais possa parecer algo fora da realidade do mercado – e realmente é –, essa negociação pode acontecer em algumas situações bem específicas, como no caso de um profissional acumular tarefas pela extinção de algum cargo dentro da empresa ou ter colaborado de forma direta nos resultados da companhia.

Para Edson Freire Junior, coordenador de RH da Éricon, empresa de soluções para higiene, isso tende a ocorrer especialmente em empresas de menor porte, onde não há uma política de cargos e salários em uso e os aumentos não são concedidos em porcentagem. “Em empresas maiores e melhores estruturadas, com RH ativo e plano de cargos e salários bem definido, há um engessamento da prática de aumentos salariais, pois há a necessidade de seguir a regra básica existente para aumentos e promoções, resultando em aumentos mais baixos, porém mais frequentes.”

Daí a recomendação de que, ao entrar em uma organização, o profissional deva deixar claro ao seu superior direto e ao RH quais são suas aspirações, dentro do departamento e da empresa como um todo. “Dessa forma, mais à frente, quando chegar a hora de pedir um aumento, o profissional deve elencar os resultados obtidos nesse período e expor, de forma sutil, sua eficiência e eficácia nas rotinas da empresa.” Se o pedido for negado, o colaborador deve, então, fazer uma análise de sua atuação e traçar um plano de ação para sanar os motivos expostos pela empresa em sua resposta negativa. “Feito isso, e certo de ter conseguido bons resultados, o profissional pode, então, tentar uma nova negociação.”

 Fonte: ClickCarreira

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Brasileiro graduado recebe 156% mais que trabalhador com nível médio, diz estudo

InfoMoney  14/09/2011

SÃO PAULO – Uma pesquisa da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgada na terça-feira (13) aponta que o Brasil paga o maior bônus salarial aos trabalhadores com Ensino Superior. Para se ter uma ideia, enquanto os graduados de outros 32 países recebem, em média, 50% mais que os trabalhadores com nível médio, no Brasil, este percentual sobe para 156%.
De acordo com o "Education at a Glance2011", a evasão escolar também tem interferido, e muito, no rendimento dos trabalhadores. Aqueles que não completaram o Ensino Médio, por exemplo, chegam a receber, em média, 50% menos que aqueles que possuem certificado de conclusão escolar. Atualmente, entre os países da OCDE considerados mais desenvolvidos, esta média costuma ser de 77%.
Custos do trabalho
A avaliação aponta ainda que os custos do trabalho e ganhos brutos anuais no Brasil são menores que os dos demais países da OCDE.
Na base comparativa, por exemplo, um trabalhador de 25 a 64 anos que não tenha concluído o Ensino Médio chega a receber por ano cerca de US$ $ 8.175,24. Já um trabalhador desta mesma faixa etária que tenha concluído tal nível educacional chega a receber em 12 meses US$ 14.110,74.
Segundo a pesquisa, nestes casos, a renda pode variar entre os profissionais que se encontram na faixa de 45 a 54 anos. Nestes casos, a remuneração pode apresentar um adicional bruto de 65%, ou seja, mais US$ 7.187,12 por ano, se comparado à renda dos profissionais entre 25 e 34 anos de idade.
Graduados recebem mais
Os valores, no entanto, costumam ser brutalmente diferentes para aqueles que conseguiram concluir o nível superior. Nestes casos, a remuneração a ser paga pode chegar a US$ 34.974,50 por ano, o equivalente a US$ 2.914,54 por mês para cada trabalhador.
Os mais experientes com graduação superior também costumam ser mais beneficiados neste ponto. De acordo com o estudo, nesta categoria, os profissionais podem receber um adicional bruto de 62% sobre o salário base - o que equivale a US$ 16.637,63 mais por ano.
Vulnerabilidade
A qualificação profissional também foi analisada no estudo. Segundo os dados apresentados, no Brasil, cerca de 30% dos jovens entre 15 a 19 anos não estudam. Deste total, 4,3% estão desempregados e 9,7% estão fora do mercado.
A situação é mais grave ainda para os jovens de 15 a 29 anos. De acordo com o levantamento, 26% deles não estudam e não fazem parte da força de trabalho do País – tal fato se mostra um sério impedimento para a busca por oportunidades de trabalho e emprego.
“Brasileiros jovens que não concluíram o Ensino Médio possuem menos chances de encontrar um emprego”, informa o estudo. Tal valor é de menos 21 pontos percentuais.

Fonte: MSN

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Estagiários recebem média de R$ 723 em 2011

Do G1, em São Paulo

Bolsa-auxílio teve aumento de 5,8% em relação a 2010. Estudante de tecnologia em secretariado tem maior remuneração.

Estagiários recebem, em média, R$ 723 no Brasil em 2011, aumento de 5,8% em relação a 2010, de acordo com pesquisa realizada pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube). O estudante do curso de tecnologia em secretariado é o que recebe a maior remuneração, com bolsa-auxílio de R$ 1.167,31. O estudo foi feito com 22.680 estagiários de diferentes níveis do país entre 10 de julho e 2 de agosto e revela a média de bolsa-auxílio paga por empresas de pequeno, médio e grande porte em 2011. Todos os participantes têm os contratos assinados de acordo com as regras da nova Lei do Estágio (nº 11.788/08). A pesquisa aponta também uma diferença por conta do sexo: estagiários homens recebem, em média, R$ 770,51, um crescimento de 7,7% sobre 2010. Já as mulheres ganham menos, R$ 687,04, e o crescimento sobre o ano passado foi de 4,7%
A média de bolsa-auxílio geral é de R$ 723,00, registrando a ascensão de 5,8% em comparação ao ano passado. Segundo Carlos Henrique Mencaci, presidente do Nube, a melhora da bolsa-auxílio faz parte dao momento econômico do país. “Investir em um jovem, treiná-lo e capacitá-lo se torna um diferencial competitivo para as empresas. Com a maior oferta de vagas é necessário reter os melhores estagiários e, com isso, o estudante ganha com o incremento na remuneração”, diz. “As empresas procuram candidatos com domínio da língua portuguesa.  Isso passou a ser um diferencial competitivo para quem quer garantir um lugar no mercado”, reforça Mencaci. Quando é feita a separação, os estudantes de nível superior recebem média de R$ 816,76, com um aumento de 6,7% de 2010 para 2011. Já para o nível superior tecnólogo, o valor é de R$ 774,75, crescendo 10,3%. O ensino médio passou para R$ 447,61, 16,3% a mais, comparado ao ano passado. No nível médio técnico, a pesquisa registrou aumento de 8,5%, atualmente em R$ 561,79. Depois do curso de tecnologia em secretariado, com a remuneração maior (R$ 1.167,31), vem o de ciências econômicas, com bolsa-auxílio de R$ 1.089,57. Na terceira posição vem engenharia, com R$ 1.053,40 - no ano passado, esse curso ocupava a primeira posição no ranking.
18 mil vagas - O mês de agosto tem um diferencial para quem busca uma colocação no mercado de trabalho, pois é chamado de temporada de estágios. Segundo levantamento do Nube, a expectativa é de 18 mil vagas, um crescimento de quase 15% em relação aos demais meses. Isso acontece por conta do final dos contratos no mês de julho e também pela expectativa de maior crescimento no segundo semestre. Sobre a pesquisa - De acordo com o Nube, foram ouvidos estagiários que passaram por processos seletivos da empresa em todos os estados do Brasil. A pesquisa, porém, não é uma amostra científica. O Nube informou,  ainda, que o valor da bolsa-auxílio é confirmado com a própria remuneração que o estagiário recebe da empresa. Veja abaixo os dez cursos com as melhores bolsas-auxílio no Brasil por nível de escolaridade:
Nível Superior: Ciências econômicas: R$ 1.089,57 - Engenharia: R$ 1.053,40 - Secretariado executivo trilíngue: R$ 1.009,53 - Agronomia: R$ 1.007,25 - Comércio exterior: R$ 989,56 - Arquitetura e urbanismo: R$ 964,93 - Química: R$ 964,23 - Ciências atuarias: R$ 956,61 - Estatística: R$ 949,07 - Relações internacionais: R$ 942,75. Nível Superior Tecnólogo: Tecnologia em secretariado: R$ 1.167,31 - Tecnologia em construção civil: R$ 1.000,62 - Tecnologia em mecânica: R$ 972,46 - Tecnologia em comércio exterior: R$ 893,35 - Tecnologia em processos gerenciais: R$ 873,09 - Tecnologia em informática: R$ 841,95 - Tecnologia em sistemas de informação: R$ 813,00 - Tecnologia em gestão da qualidade: R$ 807,55 - Tecnologia em marketing: R$ 786,13 - Tecnologia em design: R$ 742,80. Nível Médio Técnico: Mecânica: R$ 669,26 - Eletroeletrônica: R$ 645,53 - Técnico em segurança do trabalho: R$ 644,65 - Técnico em química: R$ 642,63 - Edificações: R$ 622,84 - Eletrotécnica: R$ 621,71 - Mecatrônica: R$ 597,26 - Eletrônica: R$ 590,92 - Logística: R$ 580,00 - Técnico em marketing: R$ 551,83.

Fonte: G1