Busca

Mostrando postagens com marcador estagiário. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador estagiário. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Estagiários devem ser informados no e-Social?


Por Dino

O e-Social entrou em vigor desde janeiro de 2018 e vêm modificando a rotina de muitas organizações. O projeto visa unificar todas as informações sobre a empresa e os colaboradores em um sistema único do governo.
 Mas afinal, os estagiários e jovens aprendizes devem ser contemplados no e-Social?

O e-Social é um instrumento obrigatório que unifica a prestação de informações relacionadas às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Logo os dados referentes aos os estagiários e jovens aprendizes também devem ser incluídos na nova plataforma.

Como cadastrar o estagiário no e-Social?

As informações referentes aos contratos de estágio deverão ser prestadas no evento S-2300 destinado a Trabalhador sem Vínculo de Emprego. É importante lembrar que as empresas precisam fazer uma revisão e atualização do cadastro dos colaboradores. Isso porque o e-Social exige informações atualizadas dentro do que prevê a legislação. Uma vez que as empresas cadastrarem informações erradas, ela está sujeita a multas e penalidades.

No caso dos estagiários é importante averiguar:

Natureza do estágio: obrigatório ou não obrigatório;
Nível do estágio: fundamental, médio, formação profissional ou superior;
Área de atuação do estagiário;
Número da apólice do seguro. De acordo com a Lei 11.788/2017 é obrigatório a contratação de um seguro contra acidentes pessoais para o estagiário;
Valor da bolsa de estágio;
Data prevista de término do estágio;
Dados completos da instituição de ensino parceira. Bem como Razão Social, CNPJ e endereço completo;
Caso haja contratação de empresa terceirizada para a contratação do estagiário é necessário os dados completos da empresa;
Nome e CPF do supervisor do estágio.

Todos os dados são necessários para que a empresa possa comunicar corretamente ao ambiente do e-Social os registros de funcionários na categoria de estagiário.

Vale ressaltar que o e-Social realiza a validação dos dados cadastrais nas bases do CPF e NIS de cada colaborador. Logo essas informações são indispensáveis para o cadastro do colaborador no sistema. Entretanto existem colaboradores que não possuem NIS, para esses casos a plataforma fará a validação apenas na base do CPF.

Como informar modificações no contrato de estagiários no e-Social?
De acordo com as regras do e-Social, toda modificação referente o colaborador deve ser informada no sistema dentro do prazo estabelecido. Essa regra é válida também para mudanças relacionadas aos estagiários da empresa.

Quando houver algum tipo de alteração no contrato de estágio as informações devem ser enviadas no evento S-2306. Já para alterações cadastrais o evento utilizado deve ser o S-2205 Alteração de Dados Cadastrais.
Quando houver encerramento de estágio a empresa deve enviar as informações pelo evento S-2399 – Trabalhador sem Vínculo de Emprego. Essas informações, devem ser cadastradas na plataforma até o dia 07 do mês seguinte ao término da contratação.

É importante lembrar que se a empresa estiver em desacordo com a legislação a contratação do estagiário pode ser considerada como vínculo de emprego. Dessa forma em uma eventual fiscalização poderá sofrer penalidades e multas .

Fonte: Exame.com

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

As diferenças nos direitos de estagiários e de empregados

O contrato de estágio possui a finalidade de formar profissionalmente o estagiário. Por tal razão ele só é válido se for celebrado termo de compromisso entre o estagiário, a parte concedente do estágio e a instituição de ensino.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Os passos certos para estagiários conseguirem a efetivação



Jônatas Dias Lima

Sonho de todo estagiário, a conquista da vaga efetiva depende muito do comportamento do acadêmico, que não pode se contentar em fazer o mínimo.

Quem está em um estágio sabe que o último ano de faculdade não é época para preocupar-se apenas com o trabalho de conclusão de curso ou com a formatura. Nessa fase é difícil tirar da cabeça a expectativa do que vai acontecer com o futuro profissional. A cada chamado do chefe para uma conversa, perdura a dúvida: a notícia será sobre o início de uma carreira, ou sobre o fim da participação na empresa?

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

10 dilemas que assombram estagiários e como lidar com eles


Camila Pati

A estreia de um universitário no mundo corporativo é sempre cercada de dilemas. Como dar conta de trabalhar e estudar, o que abrir mão e o que priorizar são apenas algumas das questões que rondam a vida de um estagiário.


Escolha de cursos e de mentores e outras dúvidas mais prosaicas como, por exemplo, qual a melhor hora de fazer uma pergunta ao chefe também engrossam a longa lista cotidiana de pontos de interrogação.

Pensando nisso, a consultoria People On Time decidiu simular situações que aparecem na vida de (quase) todo estagiário em ambiente virtual.

O jogo A Hora do Estágio, gratuito e disponível no site da People On Time promove reflexão e mostra o impacto das escolhas feitas pelo jovem profissional.

Veja alguns dos dilemas simulados pelo jogo e os conselhos de Elvira Berni, sócia -diretora da consultoria, e uma das responsáveis pela iniciativa:

terça-feira, 23 de julho de 2013

Especialista dá dicas para não estragar o estagiário


Por Manoela Costa

Quem contrata estagiário tem responsabilidade pelo desenvolvimento deles, afirma Manoela Costa, 29, gerente da consultoria Page Talent, especialista no recrutamento de estudantes.
Manoela Costa é gerente de uma consultoria de recursos humanos

"O gestor precisa investir tempo nisso, estar próximo e dar retornos de modo regular sobre o desempenho. É bom traçar caminhos para eles."

Ela dá dicas para que um líder não "estrague" um estagiário. Veja as dicas abaixo.

SEJA TRANSPARENTE

É preciso deixar claro quais são as reais possibilidades de contratação: seja pela quantidade de vagas na empresa, seja pelo desempenho dele. Permita que ele programe o futuro.

DIMENSIONE A VAGA

Não adianta pedir que o candidato fale inglês e espanhol e tenha morado no exterior se ele só for ficar à frente do computador. Escolher o aluno errado vai fazer com que ele se desmotive.

DEIXE QUE ELE CRIE

Para estimulá-lo a contribuir com ideias, responsabilize-o por um projeto que não seja prioridade da empresa, com prazo de entrega. Muitas vezes, eles apresentam soluções que não haviam sido cogitadas.

CUIDADO COM O 'REIZINHO'

O estagiário hoje já não topa fazer qualquer coisa. Eles têm malícia de dizer ao chefe que não aceitam uma determinada tarefa. Para que eles se desenvolvam, é preciso estipular atividades adequadas.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

ESTAGIÁRIO ESTRATÉGICO

Desenvolver programas de estágio formando seus próprios profissionais estratégicos desde o início da carreira tem sido a opção de muitas empresas nestes tempos de dificuldades crescentes para atrair profissionais qualificados. Estratégia acertada e necessária. Além de permitirem a renovação e o aprimoramento das equipes, os programas de estágio formam profissionais mais identificados com o projeto da empresa, o que ajuda a fortalecer os vínculos e a reter talentos, muito mais do que quando a empresa tenta atrair profissionais mais maduros e supostamente prontos, por vezes tendo que pagar valores que inflacionam a política de remuneração da empresa.
Ter um programa de estágio eficaz, entretanto, vai muito além de ter estudantes universitários em sua equipe. Para alcançar os resultados esperados, é preciso ter uma política de estágio estruturada, o que requer profissionalismo e metodologia adequada.
Um bom programa de estágio deve envolver várias etapas, como: (1) seleção; (2) integração; (3) capacitação; (4) avaliação; e (5) monitoramento; cada uma com regaras e objetivos específicos. O cuidado deve começar desde a seleção. É importante que o estagiário se identifique com a empresa e, principalmente, veja sintonia entre o que deseja para sua carreira e o projeto da organização, conciliando as estratégias e perspectivas para o futuro.
A empresa precisa estar preparada para receber esse futuro profissional estratégico. O estagiário deve passar por um período de integração para conhecer as ferramentas e aprender a lidar com os sistemas. Nessa fase, é conveniente que ele passe pelas principais áreas conhecendo as equipes, familiarizando-se com as rotinas e percebendo as articulações entre os setores. Depois dessa etapa, estará mais preparado para iniciar a atuação na área escolhida.
Assegurar oportunidades de aprendizagem é fundamental; por isso, durante o estágio, é recomendado que o estagiário seja acompanhado por um tutor e que a empresa complemente sua formação com palestras e treinamentos. O processo deve incluir avaliações sistemáticas e a empresa deve cuidar para que haja espaço suficiente para que o estagiário possa falar sobre suas dificuldades e ouvir o que a empresa pensa e espera dele. Um aspecto importante, nem sempre observado nas empresas, é que o programa de estágio deve ter a participação efetiva dos gestores e gerentes, e não apenas da área de RH, em cada uma de suas etapas. Alcançar resultados positivos no longo prazo demanda planejamento, esforço e envolvimento. Mas o retorno costuma valer a pena. Além de se tornar um profissional tecnicamente competente e capacitação para ocupar cargos estratégicos, o estagiário estratégico terá desenvolvido uma relação de confiança, fidelidade e identificação com a empresa em um nível dificilmente alcançado de outra forma.
Fonte: TGI Consultoria em Gestão – Revista Algomais

quarta-feira, 14 de março de 2012

O impacto do estágio

Por Ruy Martins Altenfelder Silva
Estagiários não são 'escraviários': 64% acabam efetivados; o alto desemprego entre jovens e a bolsa-auxílio fazem do estágio uma grande oportunidade.
O jovem Edmilson Guimarães Nascimento conseguiu realizar um sonho que ninguém de sua família havia atingido. Venceu o vestibular para a Universidade Federal do Maranhão, localizada na cidade de Imperatriz, a 12 quilômetros do município de João Lisboa, onde vivia. Com a ajuda dos avós - que já sustentavam sua mãe e seus três irmãos com um pequeno roçado-, tinha o dinheiro do ônibus. Precisava ainda cobrir parte da distância de bicicleta e mais um quilômetro a pé, tanto na ida quanto na volta da faculdade. Assim mesmo, até o quarto semestre, ele conta que capinava terrenos para completar o custo do transporte. Chegou a pensar em desistir de tudo para trabalhar em uma fazenda no Mato Grosso. Sua história mudou quando foi aprovado para um estágio em uma empresa em Imperatriz, recebendo a bolsa-auxílio obrigatória, que até ajudou no orçamento familiar. Em um ano, assumiu as tarefas de um superior que mudou de emprego, foi efetivado como celetista e saiu para abrir o seu próprio negócio, um escritório de contabilidade em sociedade com um colega que conheceu no estágio.
Hoje, casado e com três filhos, planeja trazer sua mãe para morar em Imperatriz. Qual o crédito do estágio nesse case de sucesso? "Afinal, 70% de tudo que aprendi na minha profissão foi como estagiário." A história de Edmilson, disponível em http://www.ciee.org.br/, não é a única que comprova o valor do estágio como uma eficaz modalidade de qualificação de futuros profissionais, ao completar o aprendizado teórico com a indispensável experiência prática exigida pelo mercado de trabalho. Histórias similares se multiplicam aos milhares há quase meio século. Uma pesquisa do instituto TNS InterScience comprova o peso do estágio no acesso a um primeiro emprego formal: 64% dos estudantes são efetivados ao final do primeiro ou segundo período de estágio.
Esse número ganha mais expressão ainda se comparado à taxa de desemprego jovem levantada pelo IBGE: enquanto a média nacional de desemprego beira os 6%, o índice chega a 12,6% na faixa etária dos 20 aos 24 anos - e é ainda maior no segmento dos 15 aos 17 anos, com 22,9%. Assim, a análise dos benefícios do estágio para a formação de novos talentos não pode partir de uma visão apenas laboral, até porque um jovem inexperiente não poderia ser avaliado como um profissional formado. Tal análise deve levar em conta que o estágio é uma atividade pedagógica, reconhecida e disciplinada por lei, que define os direitos e os deveres do estagiário. E, nessa condição, tem efeitos pedagógicos (está alinhado ao currículo escolar) e de desenvolvimento de habilidades pessoais e profissionais requeridas pelo mercado de trabalho, tais como disciplina, espírito de equipe, aprendizado contínuo etc.
Por tudo isso, constitui uma fonte de recrutamento muito utilizada por empresas de todos os portes e segmentos. Pois, como diz José Pastore, reconhecido especialista em relações de trabalho: "As organizações observam bem esse futuro profissional, analisam seu talento e sua competência, investindo, na medida do possível, em seu treinamento para acabar integrando essa pessoa no quadro definitivo. Esse é o indicador muito forte da eficiência do estágio." Um detalhe que desmente a ideia do chamado "escraviário": a média da bolsa-auxílio concedida a estagiários de nível superior no Maranhão é de R$ 494, enquanto a renda per capita em João Lisboa, onde Edmilson capinava terrenos para pagar o transporte até a faculdade, é de R$ 346 - números que falam por si sobre o impacto social do estágio nas condições de vida de estudantes, em especial os que vivem em regiões de menor renda.
Fonte: Folha de São Paulo

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Restrições da Lei do Estágio reduzem vagas no país

Por Tatiana Lagôa

Limitação da quantidade de estudantes de ensino médio por funcionário contratado diminuiu a oferta de vagas.

Enquanto o número de vagas de emprego aumenta a cada dia no Brasil, o espaço para estudantes tem se reduzido no mercado de trabalho. A quantidade de estagiários no país neste ano é 9% menor do que em 2008, segundo dados da Associação Brasileira de Estágios (Abres). O principal motivo para essa queda foi a aplicação da Lei do Estágio, que completou três anos na segunda-feira (26). Até setembro de 2008, quando foi editada a Lei nº 11.788, estavam no mercado brasileiro 1,10 milhão de estagiários. Após setembro daquele ano, quando passaram a valer as mudanças na legislação que regulamenta os estágios, a quantidade de estudantes estagiando começou a cair. Em 2009, passou para 1,04 milhão e, em 2010, para 900 mil. Neste ano, apesar do aquecimento da economia, as contratações ainda não voltaram ao mesmo patamar de 2008 e o efetivo total de estagiários está em 1 milhão de estudantes.
Segundo o diretor de comunicação da Abres, Mauro de Oliveira, o principal motivo para a redução foi a publicação da Lei do Estágio, que aumentou as exigências para a contratação. Dentre as mudanças impostas pela legislação, estão a obrigatoriedade da bolsa-auxílio, do auxílio transporte e de férias remuneradas. Além disso, o tempo trabalhado não pode ser superior a 6 horas diárias e a 30 horas semanais. “Essas mudanças aumentaram os custos de cada estagiário”, afirma. Os dados da Abres mostram que o maior impacto foi na contratação de estudantes no nível médio e técnico. Nesses casos, a queda foi da ordem 32,5% nos últimos três anos. Em 2008, eram 385 mil estagiários de nível médio ou técnico no mercado de trabalho. Hoje, são 260 mil. No nível superior houve aumento de 3,5%, passando de 715 mil para 740 mil.
Oliveira explica que o maior impacto no nível médio é reflexo do artigo 17 da lei, que restringe as contratações de estagiários desse nível de escolaridade de acordo com a quantidade de empregados na empresa. Para ter um estagiário do ensino médio, é preciso ao menos um funcionário. Para ter dois, há necessidade de ter, pelo menos, seis empregados. Já para ter cinco estagiários, a empresa precisa de ter, pelo menos, 11 funcionários. A restrição referente ao número de funcionários é um dos impeditivos para que a proprietária da loja Feliz da Vida, Bárbara Ribeiro Andrade, contrate estagiários de nível médio. “Eu até poderia, pela lei, contratar mais estagiários de nível superior, mas isso implicaria em custos muito altos para a empresa”, afirma.

Fonte: Hoje em DIa, 27/09/2011 - Belo Horizonte MG

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Estagiários recebem média de R$ 723 em 2011

Do G1, em São Paulo

Bolsa-auxílio teve aumento de 5,8% em relação a 2010. Estudante de tecnologia em secretariado tem maior remuneração.

Estagiários recebem, em média, R$ 723 no Brasil em 2011, aumento de 5,8% em relação a 2010, de acordo com pesquisa realizada pelo Núcleo Brasileiro de Estágios (Nube). O estudante do curso de tecnologia em secretariado é o que recebe a maior remuneração, com bolsa-auxílio de R$ 1.167,31. O estudo foi feito com 22.680 estagiários de diferentes níveis do país entre 10 de julho e 2 de agosto e revela a média de bolsa-auxílio paga por empresas de pequeno, médio e grande porte em 2011. Todos os participantes têm os contratos assinados de acordo com as regras da nova Lei do Estágio (nº 11.788/08). A pesquisa aponta também uma diferença por conta do sexo: estagiários homens recebem, em média, R$ 770,51, um crescimento de 7,7% sobre 2010. Já as mulheres ganham menos, R$ 687,04, e o crescimento sobre o ano passado foi de 4,7%
A média de bolsa-auxílio geral é de R$ 723,00, registrando a ascensão de 5,8% em comparação ao ano passado. Segundo Carlos Henrique Mencaci, presidente do Nube, a melhora da bolsa-auxílio faz parte dao momento econômico do país. “Investir em um jovem, treiná-lo e capacitá-lo se torna um diferencial competitivo para as empresas. Com a maior oferta de vagas é necessário reter os melhores estagiários e, com isso, o estudante ganha com o incremento na remuneração”, diz. “As empresas procuram candidatos com domínio da língua portuguesa.  Isso passou a ser um diferencial competitivo para quem quer garantir um lugar no mercado”, reforça Mencaci. Quando é feita a separação, os estudantes de nível superior recebem média de R$ 816,76, com um aumento de 6,7% de 2010 para 2011. Já para o nível superior tecnólogo, o valor é de R$ 774,75, crescendo 10,3%. O ensino médio passou para R$ 447,61, 16,3% a mais, comparado ao ano passado. No nível médio técnico, a pesquisa registrou aumento de 8,5%, atualmente em R$ 561,79. Depois do curso de tecnologia em secretariado, com a remuneração maior (R$ 1.167,31), vem o de ciências econômicas, com bolsa-auxílio de R$ 1.089,57. Na terceira posição vem engenharia, com R$ 1.053,40 - no ano passado, esse curso ocupava a primeira posição no ranking.
18 mil vagas - O mês de agosto tem um diferencial para quem busca uma colocação no mercado de trabalho, pois é chamado de temporada de estágios. Segundo levantamento do Nube, a expectativa é de 18 mil vagas, um crescimento de quase 15% em relação aos demais meses. Isso acontece por conta do final dos contratos no mês de julho e também pela expectativa de maior crescimento no segundo semestre. Sobre a pesquisa - De acordo com o Nube, foram ouvidos estagiários que passaram por processos seletivos da empresa em todos os estados do Brasil. A pesquisa, porém, não é uma amostra científica. O Nube informou,  ainda, que o valor da bolsa-auxílio é confirmado com a própria remuneração que o estagiário recebe da empresa. Veja abaixo os dez cursos com as melhores bolsas-auxílio no Brasil por nível de escolaridade:
Nível Superior: Ciências econômicas: R$ 1.089,57 - Engenharia: R$ 1.053,40 - Secretariado executivo trilíngue: R$ 1.009,53 - Agronomia: R$ 1.007,25 - Comércio exterior: R$ 989,56 - Arquitetura e urbanismo: R$ 964,93 - Química: R$ 964,23 - Ciências atuarias: R$ 956,61 - Estatística: R$ 949,07 - Relações internacionais: R$ 942,75. Nível Superior Tecnólogo: Tecnologia em secretariado: R$ 1.167,31 - Tecnologia em construção civil: R$ 1.000,62 - Tecnologia em mecânica: R$ 972,46 - Tecnologia em comércio exterior: R$ 893,35 - Tecnologia em processos gerenciais: R$ 873,09 - Tecnologia em informática: R$ 841,95 - Tecnologia em sistemas de informação: R$ 813,00 - Tecnologia em gestão da qualidade: R$ 807,55 - Tecnologia em marketing: R$ 786,13 - Tecnologia em design: R$ 742,80. Nível Médio Técnico: Mecânica: R$ 669,26 - Eletroeletrônica: R$ 645,53 - Técnico em segurança do trabalho: R$ 644,65 - Técnico em química: R$ 642,63 - Edificações: R$ 622,84 - Eletrotécnica: R$ 621,71 - Mecatrônica: R$ 597,26 - Eletrônica: R$ 590,92 - Logística: R$ 580,00 - Técnico em marketing: R$ 551,83.

Fonte: G1

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Ex-estagiários e trainees relatam jornada e dão dicas para ganhar vaga

Após aprendizado, eles foram contratados em grandes empresas.

Roseane Aguirra* Do G1, em São Paulo

Trabalhar em uma empresa reconhecida no mercado é o desejo de muitos universitários e recém-formados. Atualmente, pelo menos 53 companhias oferecem vagas em programas de trainees e estágios, mas nem todos os que passam por eles garantem a contratação. "Existem três pilares que eu costumo falar que são superimportantes: performance, imagem e exposição", afirma Thiago Couto, ex-estagiário e contratado em janeiro na Procter & Gamble.

Ele é um dos cinco jovens profissionais que conseguiram transformar o período de aprendizado em emprego. Em vídeo, eles dão dicas e relatam o dia a dia em grandes empresas: P&G Vale, Mercedes-Benz, Boticário e Itautec.


Sofia Esteves, consultora em carreiras da Companhia de Talentos e DM Recursos Humanos, explica que a seleção para um trainee é mais exigente que a de um estagiário. “Todo trainee já é um funcionário registrado, ele é contratado para se desenvolver na empresa. É visto como um profissional para a empresa investir, por isso quase 100% das empresas exige um potencial de desenvolvimento maior do candidato, como inglês fluente."

No caso do estágio, o período é visto como primeiro aprendizado profissional, com normas estabelecidas pela lei nº 11.788/08. “O estagiário fica no máximo dois anos, ele não é CLT, não pode ficar na empresa mais de 6 horas por dia e, no final do contrato, se a empresa não tiver vaga, ele não consegue ser contratado, mesmo que tenha ido bem”, explica a consultora. "As empresas esperam que um jovem estagiário em início de carreira, tenha consciência de que tem um potencial, mas que precisa lapidá-lo. Ele não é um super-homem que está pronto para tudo. É a experiência que o tornará cada vez mais capaz de assumir novas responsabilidades."

Sofia fiz que as principais dicas para um estagiário aproveitar bem o período e causar uma boa impressão são ter garra e iniciativa, saber se relacionar com as pessoas e, sobretudo, ser responsável pelo seu próprio desenvolvimento. "Isso significa que tem que assumir as responsabilidades por seu crescimento, e não apenas delegar isso para a empresa", completa.

Fonte: G1

terça-feira, 5 de julho de 2011

Estágio: comportamento é tudo.

A VERALANA RECURSOS HUMANOS, ORGANIZAÇÃO E GESTÃO, empresa sediada na cidade de São Paulo, com filial em Belo Horizonte, desenvolveu o workshop “Fazer Diferente”, exclusivo para as pessoas da geração Y em início de carreira: estagiários, trainees ou mesmo aqueles que começaram a trabalhar em empresas por outro caminho.

Para divulgar o workshop e seu objetivo entre o público para o qual ele é voltado, a VERALANA optou por usar as redes sociais. Claro, afinal é aí que se encontra a geração Y. Saindo um pouco dos meios tradicionais usados pelas empresas de RH, a necessidade do workshop é mostrada em um vídeo bem-humorado, em que um “Estagiário” é entrevistado em um programa de televisão e mostra de maneira divertida, e com certos exageros, algumas atitudes que às vezes são comuns entre esse público. Atitudes que poderiam ser contornadas com uma preparação, uma espécie de treinamento comportamental. Afinal, quem de nós não passou por algumas saias justas no início de carreira, não é mesmo? E, com certeza, teria sido muito mais fácil se tivéssemos tido uma espécie de “mentoring” para nos mostrar como nos portar em diversas situações.



Fonte: Veralana Recursos Humanos

terça-feira, 24 de maio de 2011

O perfil do novo estagiário

por Ana Carolina Cerizze

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE/Rio) revelou que a maioria dos estudantes que buscam uma oportunidade de estágio, apesar da origem humilde, tem conhecimento de uma segunda língua e acesso à tecnologia.

De acordo com o Superintendente do CIEE/Rio, Paulo Pimenta, o perfil do novo estagiário é de um jovem interessado em melhorar a sua qualidade pessoal e disposto a frequentar treinamentos para que desempenhe bem suas funções. "É um sujeito que, como vem de baixa renda, tem expectativas não muito grandes. Mas, desde o momento que ele ingressa no estágio e vê possibilidades de progresso, começa a se dedicar. E sabe que isso terá consequências positivas. Ele passa a querer treinar e participar da empresa", disse. Para ele, nos últimos anos tem ocorrido muitas mudanças no perfil médio desses jovens, mas o que ainda continua em carência são os chamados  conhecimentos básicos - oriundos da escola regular e também da educação em casa. Eles ainda apresentam dificuldades com a Língua Portuguesa, a matemática prática e a parte comportamental. Todavia, ele destaca como um ponto forte dos estagiários a pré-disposição para melhorar.

Segundo Débora Nascimento, gerente geral do Instituto Capacitare, se antigamente o inglês era tido como um grande diferencial, hoje em dia os jovens devem se preocupar com o Excel, que tomou conta desse lugar. "Hoje, as empresas estão cada vez mais apostando nos seus estagiários para serem seus futuros gestores. Como gestor de uma equipe ele lida com tudo, desde participar do planejamento estratégico até do controle orçamentário daquela área. Por isso precisa ter facetas diferentes, que vão além daquilo que teve na formação acadêmica", explicou.

O estágio, muitas vezes, funciona como uma porta de entrada do jovem para o mercado de trabalho. É a oportunidade perfeita para além de aprender o máximo possível, mostrar a capacidade que tem de trabalhar na área e conseguir um emprego fixo. Diversas empresas costumam preparar os estagiários para mais tarde contratá-los. "Hoje em dia as empresas olham para o estagiário pensando a longo prazo, se elas não conseguem visualizar o estagiário no futuro da empresa, então, ele não serve. Por isso, o candidato à vaga tem que mostrar uma vontade de crescimento, de fazer carreira na empresa", concluiu Débora Nascimento.

Fonte: Folha Dirigida

terça-feira, 22 de março de 2011

Pesquisa revela quanto recebe um estagiário no Brasil

O Núcleo Brasileiro de Estágios - Nube realizou a mais ampla pesquisa "Valores pagos aos estagiários do Brasil" e revela a média de bolsa-auxílio paga por empresas de pequeno, médio e grande porte em 2010. O levantamento foi feito com 16.328 estagiários de diferentes níveis do país, entre 22 de março a 23 de abril. Todos os participantes têm os contratos assinados de acordo com as regras da nova Lei do Estágio, nº 11.788/08.

Conheça os dez cursos com as melhores bolsas-auxílio no Brasil, separados por nível:

Nível Médio Técnico:
1) Química: R$ 693,51
2) Técnico em Segurança do Trabalho: R$ 685,31
3) Construção Civil: R$ 620,83
4) Mecânica: R$ 615,93
5) Eletrotécnica: R$ 562,27
6) Edificações: R$ 562,24
7) Automação Industrial: R$ 548,35
8) Mecatrônica: R$ 543,95
9) Telecomunicações: R$ 536,56
10) Informática: R$ 511,74

Nível Superior:
1) Engenharia: R$ 1.022,30
2) Relações Internacionais: R$ 1.008,38
3) Economia: R$ 999,27
4) Química: R$ 897,45
5) Arquitetura e Urbanismo: R$ 896,35
6) Biblioteconomia: R$ 883,60
7) Nutrição: R$ 880,40
8) Estatística: R$ 864,70
9) Ciências Atuariais: R$ 817,61
10) Matemática: R$ 802,12

Nível Superior Tecnólogo:
1) Secretariado: R$ 958,98
2) Mecânica: R$ 906,03
3) Construção Civil: R$ 896,95
4) Mecatrônica Industrial: R$ 831,89
5) Processamento de Dados: R$ 791,03
6) Comércio Exterior: R$ 788,79
7) Gestão Ambiental: R$ 772,46
8) Tecnologia em Alimentos: R$ 765,00
9) Sistemas de Informação: R$ 655,00
10) Redes de Computadores: R$ 627,00

Fonte: 1.ABRES. 2.NUBE - Núcleo Brasileiro de Estágios - Maio 2010

Estágio sem bolsa-auxílio: o que levar em conta ao avaliar a proposta?

Conforme a Lei de Estágio 11.788/2008 existem estágios obrigatórios, aqueles cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma, e os não-obrigatórios, aqueles desenvolvido como atividade opcional, acrescida à carga horária regular.
Quando os estágios são não-obrigatórios, a empresa deve, por lei, pagar bolsa-estágio ou conceder ao estudante outra forma de contraprestação que venha a ser acordada no termo de compromisso. Essas outras formas de contraprestação podem ser o pagamento da mensalidade da faculdade, o pagamento de cursos ou mesmo a concessão de materiais didáticos, entre outros.
Especialistas dizem que permitir às empresas conceder outras formas de pagamento para o estagiário é ampliar as possibilidades de inserção desse estudante no mercado, pois existem muitos cursos no Brasil que formam mais profissionais que vagas, e uma forma de ajustar isso é oferecer vagas sem aumentar os custos das empresas.
Como o estudante pode avaliar se a proposta será boa para ele?
Profissionais da área de Recursos Humanos são enfáticos ao dizer que o estudante em início de carreira deve ficar atento a valores mais intangíveis e não apenas aos valores materiais.
Por isso, quando receber uma proposta que não oferece bolsa-auxílio, o estudante não deve recusar sem avaliar as condições, pois ao contrário do que muitos pensam, empresas grandes oferecem estágios cuja contrapartida não é a remuneração.
Avaliar as formas de contraprestação que a empresa oferece ao estagiário, as atividades que o estudante desenvolverá nesse estágio e ponderar os valores intangíveis dessa proposta podem significar a continuação desse jovem no mercado.
Um desses valores intangíveis que a empresa pode proporcionar ao estagiário é a formação do network. Os especialistas dizem que, atualmente, 60% das colocações profissionais não são anunciadas. Elas são preenchidas por indicações.
E se aceitar a proposta...
Recomenda-se aos estudantes, assim como em todos os casos, verificar a idoneidade da empresa que oferece a vaga.
E lembrem-se que no estágio não-obrigatório, mesmo que seja dada outra forma de contraprestação ao invés da bolsa-auxílio, a empresa obrigatoriamente deve conceder o auxílio-transporte e o seguro contra acidentes pessoais.

Fonte: ABRES