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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Saiba quais são os clichês mais usados nos currículos do Linkedin

© image/jpeg alx_lista-linkedin-20150611-05_original.jpeg
A rede social Linkedin divulgou nesta quinta-feira a lista com os clichês mais usados nos currículos na plataforma em 2016. O ranking traz as dez palavras mais frequentes dentre aquelas que agregam pouco para trazer contatos de qualidade, ou que são pouco valorizadas pelos profissionais quem fazem seleção de emprego. O problema com os termos, segundo a empresa, é que por serem muito comuns ou muito abrangentes, acabam se tornando mais “fracos” e seu uso deveria ser reavaliado pelos usuários (confira a lista abaixo).

A gerente de comunicação do Linkedin, Fernanda Brunsizian, explica que embora a lista não indique o que é certo ou errado, o recomendado é estudar se é possível escrever as informações de outra forma. “A palavra campeã nos três anos anteriores era responsável, porque muita gente dizia que era ‘responsável por tal setor’. É melhor tentar mostrar o que se faz usando termos da profissão. Por exemplo, elencando as responsabilidades”, diz Fernanda. A empresa aposta que a palavra desceu no ranking deste ano após sucessivas campanhas para explicar o problema dos clichês.

Neste ano,  Linkedin vai fazer uma ação sobre o tema brincando com personalidades históricas, na própria plataforma e nas redes sociais, durante sete dias a partir desta quinta. A escolha da semana se dá porque, historicamente, este é o período do ano em que mais acontecem atualizações na plataforma.

O Linkedin faz o ranking das palavras com base em uma lista de cerca de 250 palavras que são definidas pela sede da empresa, nos Estados Unidos. As unidades regionais então adaptam-nas aos idiomas locais e rodam a análise sobre a base de dados da rede social. No caso do Brasil, são 27 milhões de currículos, mas nem todos estão completos – há perfis que apenas foram criados e então deixados em branco. Esta é a quarta edição do ranking no país.

Uma curiosidade em relação aos clichês vistos nos outros países – o levantamento é feto em 28 deles –  é que a lista no Brasil vem se tornando mais parecida com as do exterior. Termos como “especializado” (1º lugar nacional), “líder” (2º) e “criativo” (9º) também são frequentes em outros rankings. “É possível que estejamos unificando os jargões corporativos”, arrisca Fernanda.

Os dez chavões mais comuns no Linkedin
1. Especializado
2. Líder
3. Estratégico
4. Focado
5. Responsável
6. Com experiência
7. Inovador
8. Apaixonado
9. Criativo
10. Excelente


Fonte: Veja.com

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Como brilhar na entrevista estando desempregado há algum tempo?

Entrevistas de emprego são tensas em qualquer contexto, mas a ansiedade para ser aceito é bem maior se você está desempregado . A pressão aumenta ainda mais se já faz algum tempo que nenhuma oportunidade aparece.
© image/jpeg Entrevista de emprego

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

10 informações que você não precisa colocar no currículo

Elaborar um bom currículo para se candidatar a uma vaga de emprego não é uma tarefa muito fácil. São diversas informações que podem ser inseridas nesse documento, o que torna difícil saber se realmente são importantes ou se são desnecessárias.
© Fornecido por Guia da Carreira Devemos nos preocupar
apenas  em ser concisos e possibilitar que nossas qualidades
sejam vistas rapidamente com apenas um passar de olhos
É comum acreditarmos que inserir o máximo de informações pode ser a melhor alternativa, porém esquecemos de que os recrutadores que irão selecionar os currículos recebem diversos deles. Sendo assim, devemos nos preocupar apenas em ser concisos e possibilitar que nossas qualidades sejam vistas rapidamente com apenas um passar de olhos, para assim deixar uma boa impressão e uma possível escolha.

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Vantagens de estar desempregado (ou não) durante a seleção



Camila Pati

Toda vantagem competitiva é bem-vinda em um processo seletivo e pode fazer a diferença na conquista da oportunidade profissional.
Foto: Reprodução
E não só os perfis comportamental e técnico entram no hall dos aspectos avaliados pelos recrutadores e também pelas empresas.
O momento atual do candidato, se ele está trabalhando ou está disponível no mercado, também é levado em conta neste processo. E, dependendo da necessidade da empresa, pode até definir o resultado final da seleção de candidatos.

segunda-feira, 31 de março de 2014

7 dicas de linguagem corporal para apresentações


Talita Abrantes

Se o corpo fala em um bate papo, nas apresentações, ele grita; aprenda algumas regras para passar a mensagem correta quando você é o centro das atenções.
 
Uma boa apresentação não é feita apenas de slides deslumbrantes e palavras certas.

Expressões faciais, posturas e até os gestos que cada orador escolhe também contam (e muito) para a maneira como o público, do lado de lá do palco, irá processar cada informação.

Pensando nisso, os sócios da SOAP, consultoria especializada no assunto, compartilharam com EXAME.com algumas das regras básicas para usar a linguagem corporal do jeito certo durante as apresentações. Confira:

terça-feira, 18 de março de 2014

Falar das fraquezas em entrevista de emprego é inevitável, mas com cautela.


Saiba como responder à pergunta de forma sincera sem perder a chance de contratação.


Tudo vai bem. Você fala sobre as suas características, qualidades e pontos fortes com facilidade. Até que vem aquela velha pergunta: Qual é a sua maior fraqueza?

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Sabe qual é o maior motivo de reprovação nos processos seletivos? Erros de Português.


9 erros de português que o candidato precisa evitar

Por Fernanda Bottoni

Muitos profissionais (de todas as áreas) estão cometendo gafes terríveis com a Língua Portuguesa. Um estudo do Nube aponta que, só nos últimos cinco anos, a taxa de reprovação dos candidatos na etapa de “ditado” e “redação” aumentou 60%. O dado é assustador porque, além de ferir os ouvidos do interlocutor, quem comete erros gramaticais pode prejudicar sua imagem e jogar pelos ares as melhores oportunidades de trabalho.

Segundo Eva Buscoff, coordenadora de treinamentos internos do Nube, os candidatos cometem erros bem variados, mas muitos – muitos mesmo – são de ortografia. Pior que isso – erram palavras que deveriam fazer parte do seu dia-a-dia. “Vejo estudantes de jornalismo que não sabem escrever ‘assessoria’ e de ciências contábeis que se atrapalham com ‘rescisão’”, diz ela.

Ficou preocupado? Confira a seguir 9 erros de português que você não deve cometer nem no whatsapp:

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Mamãe quer que eu trabalhe



Alguns pais ultrapassam os limites e se envolvem nos processos seletivos dos filhos. Confira algumas histórias.

Imagine a cena: a consultora vai até a recepção chamar os selecionados para entrar na sala de dinâmica e entre os jovens nota a presença de uma senhora. Seria uma candidata mais velha? Não, apenas alguma mãe que veio acompanhar o filho no processo seletivo. Enquanto os participantes entram, a mãe fica sentada, pacientemente esperando.  

Apesar de parecer estranho, o caso é comum no dia-a-dia dos selecionadores. Por costume, cuidado excessivo ou falta de tato, pais e mães ainda se intrometem na rotina dos filhos quando eles estão iniciando a vida profissional. 

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Procuram-se profissionais com brilho nos olhos


Adriana Gomes

Veja o que quer dizer esse quesito tão valorizado por empresas e recrutadores.


Mercado aquecido, empresas buscando profissionais em praticamente todos os segmentos e, ainda assim, há vagas que ficam abertas por meses. É fato que falta mão de obra qualificada tecnicamente, porém há um consenso entre os profissionais que trabalham com recrutamento e seleção de que, para algumas atividades, o treinamento técnico é bem possível e eficaz, mas o que está difícil de encontrar mesmo é o “brilho nos olhos”. Isso não se ensina.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Para quem não leu... (continuação)


Intimidade pode ser traiçoeira

Temas polêmicos, fotos sensuais, desabafos no Facebook e curtidas que denunciam posição política. Se por um lado é difícil resistir à tentação, por outro as companhias e os profissionais que trabalham com recrutamento estão de olho nas redes sociais. O consultor de empresas Luís Othon, da Prima Consultoria, acredita que uma espiada na timeline dos candidatos não é decisiva, mas influencia numa seleção.
“Ao recrutar alguém precisamos tomar muito cuidado com as informações do currículo porque ocorrem exageros. É comum tanto no período de atividade como nos cargos anteriores. Ás vezes dá para descobrir pelo Facebook”, sugere. Luís Othon ainda usa outra tática para conhecer melhor seus candidatos: procurar amigos em comum e telefonar.
A prática está dentro da lei na opinião da advogada Karla Ferreira, sócia do escritório de advocacia Urbano Vitalino, onde é responsável pelas causas trabalhistas. Ela acredita que até depois da contratação as ações no Facebook podem dar às empresas o direito de intervir e penalizar.
“Precisamos fazer uma análise por analogia ao que está previsto no artigo 482 da Consolidação das Leis do Trabalho. Uma professora de um colégio que coloca fotos erotizadas nas redes sociais pode ser demitida por justa causa com base na alínea B, que trata de incontinência de conduta ou mau procedimento”, explica.
O indicado, segundo ela, é que a postura esperada no meio digital fique clara no ato da contratação e por meio do regulamento da empresa. No caso de uma pisada na bola, não vale alegar invasão de privacidade: “Se você escreveu algo em modo público e o chefe viu, foi opção sua”.
Matéria completa na versão impressa do Diário de Pernambuco, no caderno de Informática, na página B8, de 11/09/2013.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Entrevista de emprego por telefone pode eliminar candidatos; veja dicas


Marta Cavallini

Triagem mantém apenas candidatos dentro do perfil desejado.

Saiba como chamar a atenção, como se portar e o que perguntar.


Algumas empresas costumam adotar as entrevistas por telefone para fazer uma pré-seleção dos candidatos, checar algumas informações que não estão no currículo e até para saber se os concorrentes preenchem alguns requisitos técnicos para o cargo. A prática também tem o objetivo de poupar tempo, já que as empresas, na maioria das vezes, têm urgência na contratação. Segundo profissionais de RH ouvidos pelo G1, é grande o índice de eliminação de candidatos, já que são convocados para as fases seguintes do processo seletivo apenas os candidatos dentro do perfil desejado.

Carmen Benet, gerente de recrutamento e seleção da Trabalhando.com, diz que as empresas usam esse método por ser mais rápido e avalia que pode ser uma triagem definitiva. “As perguntas são mais aprofundadas para se ter a certeza de que o candidato está falando a verdade.”

De acordo com Sandra Assis, consultora da Luandre, empresa de RH, no telefone costuma ser perguntado, por exemplo, se o candidato possui conhecimento em algum aplicativo, CNH, disponibilidade para viagens e até sua pretensão salarial. “Quando a vaga é para uma cidade diferente da que a empresa está alocada, pode-se fazer a entrevista pelo telefone. De qualquer forma, dificilmente o processo é finalizado sem que ocorra a entrevista presencial com o gestor da área requisitante”, diz.

Janaína Andrade, coordenadora de recrutamento & seleção da Talent Group, empresa de recrutamento, seleção e terceirização de mão de obra, afirma que as empresas querem verificar se o candidato possui ou não os requisitos imprescindíveis solicitados. “A partir dessa pré-triagem, é possível validar se há aderência ao perfil para agendar a entrevista presencial”, afirma.

As perguntas são mais aprofundadas para se ter a certeza de que o candidato está falando a verdade".Carmen Benet

Segundo Cezar Tegon, presidente da Elancers, empresa de sistemas de recrutamento e seleção, a entrevista por telefone normalmente é utilizada nas etapas iniciais do processo seletivo, no qual já foram identificados os candidatos que atendem ao perfil mínimo exigido pela vaga, mas no qual o volume de candidatos ainda é grande. “Nesta entrevista, normalmente, a empresa informa mais detalhes sobre a vaga, verifica o real interesse do candidato em participar do processo e confirma o salário atual, benefícios atuais, se está trabalhando, checa experiências, escolaridade e as expectativas do candidato perante a oportunidade oferecida. Como em todas as etapas, mesmo por telefone, a pessoa responsável pela entrevista avalia a maneira de o candidato se portar, as palavras que ele emprega, a correta utilização do idioma”, explica.

 “A entrevista por telefone ainda não é utilizada por todas as empresas, no entanto, é uma tendência a ser seguida. O mercado anda muito aquecido e, muitas vezes, o profissional que enviou o currículo para a oportunidade não possui os pré-requisitos imprescindíveis, porém, isso só poderá ser confirmado através de uma análise detalhada do currículo e tirando todas as dúvidas com o candidato no contato telefônico”, acrescenta Janaína.

Como chamar a atenção?

Os consultores afirmam que é possível chamar a atenção do interlocutor no telefone, já que não há contato físico, e o entrevistador não está vendo as expressões faciais do candidato. “A entrevista por telefone não tem objetivo de fazer avaliações detalhadas sobre o comportamento do candidato, mas com certeza, as avaliações básicas são feitas. Por isso, é importante manter um tom de voz firme e constante, falar corretamente, não utilizar palavras chulas ou gírias e procurar falar corretamente o idioma”, aconselha Cezar.

Para Sandra, é preciso ser educado, cordial, participativo e demonstrar o interesse pela proposta.
Para Cezar, apesar de ser rápida e básica, a entrevista telefônica é muito importante, pois dela saem os candidatos que participarão das etapas mais decisivas. “E aí está o perigo, por ser mais rápida e fácil, muitos candidatos dão pouca atenção a ela e cometem erros básicos, erram no português, na postura e, com essa atitude, perdem ótimas chances”, diz.

Por ser mais rápida e fácil, muitos candidatos dão pouca atenção a ela e cometem erros básicos, erram no português, na postura e, com essa atitude, perdem ótimas chances".Cezar Tegon

Janaína orienta o candidato ser o mais claro e objetivo possível. Segundo ela, o fato de não poder ver a expressão um do outro torna a entrevista por telefone mais difícil. “Por isso, saber se comunicar bem verbalmente é fundamental para essa etapa. Nenhuma entrevista de emprego é fácil, seja por telefone, Skype ou presencial. Acontece que algumas pessoas se saem melhor na entrevista por telefone, outras na entrevista presencial. A entrevista por telefone é apenas uma pré-triagem que deverá ser validada pessoalmente, portanto, entendo que uma é complemento da outra”, diz Janaína.

Carmen indica que o candidato demonstre expressões de aceitação, concordância, dizendo que tem interesse, que se motivou com a oportunidade e, principalmente, agradecendo o contato.

Contato surpresa

Segundo os especialistas, o contato telefônico é feito sem aviso prévio. “Geralmente, o contato telefônico tende a ser surpresa, pois, conforme recebemos um currículo, entramos em contato para tirar dúvidas após análise dos dados. Caso o candidato esteja aderente à oportunidade, no mesmo contato telefônico agendamos a entrevista presencial ou por Skype”, diz Janaína.

 “O entrevistador liga, se apresenta, fala que precisa falar por no máximo 10 minutos e pergunta se o candidato pode conversar naquele momento ou se é melhor falar em outro horário específico”, diz Cezar.

Segundo os consultores, o candidato deve procurar um local silencioso para responder às perguntas. “É importante que o candidato informe ao entrevistador se estiver em algum lugar barulhento, como rua, bar ou loja, e verifique a possibilidade de agendar um outro horário para a entrevista. Caso isso não seja possível, o candidato deve buscar um local mais silencioso para atender”, diz Sandra.

É importante que o candidato informe ao entrevistador se estiver em algum lugar barulhento, como rua, bar ou loja, e verifique a possibilidade de agendar um outro horário para a entrevista".Sandra Assis

 “Como a ligação é surpresa, pode acontecer de o candidato estar almoçando, no metrô, no trabalho, enfim, inúmeros lugares. Se for possível, o ideal é que ele se desloque para outro lugar e informe ao recrutador que vai para um lugar silencioso. Caso não seja possível, o ideal é que ele anote o telefone do recrutador e retorne o contato quando puder falar, demonstrando interesse na oportunidade”, diz Janaína.

 “O ideal é que o candidato fale em local tranquilo, onde possa ouvir e falar com clareza, e precisa se concentrar na conversa. Mas como a entrevista é simples e rápida, se o candidato puder falar, mesmo que esteja em um local um pouco barulhento e movimentado, pode ir em frente, mas é importante que ela avise o entrevistador dessas condições”, afirma Cézar.

Já em casa, o candidato deve desligar TV, aparelho de som ou computador, além de não ficar perto de outras pessoas e, principalmente, crianças e animais de estimação, para não se distrair. “Foco e concentração total na entrevista é fundamental para que ela seja bem sucedida, assim como deve ser na entrevista presencial. Caso contrário, o candidato irá passar para o entrevistador uma imagem de total falta de interesse e, certamente, será desclassificado do processo”, alerta Sandra.

De acordo com Cézar, quando o candidato está participando de processos seletivos, deve estar preparado para ser acionado a qualquer momento. “As empresas sempre ligam em horários comerciais, normalmente entre 10h e 16h, portanto, se o candidato estiver participando de processos seletivos e receber uma ligação de um número desconhecido quando estiver dormindo, é melhor não atender, pois atender com voz de sono e fora de sintonia, principalmente em horário comercial, pode não soar bem. Quando a ligação não é atendida, o entrevistador normalmente deixa um recado e meios de contato”, diz.

Segundo Carmen, o candidato deve sinalizar que está em um lugar inapropriado, e não existe problema nenhum em pedir para o entrevistador ligar em outro momento.

Janaína alerta que se o profissional estiver dormindo na hora do telefonema ele pode anotar o número do telefone do recrutador e informar que ligará assim que for possível, pois é importante que esteja atento no momento do contato para não deixar passar informações importantes, como um detalhamento melhor do perfil da vaga.
 “Geralmente, o entrevistador questiona se o candidato pode atender naquele momento, sobretudo se o contato foi pelo celular, então, é importante que o candidato se recomponha rapidamente ou sinalize que gostaria de agendar um horário mais adequado para a entrevista”, diz Sandra.

Preparação

Sandra alerta que é importante que o candidato se informe sobre a empresa e, no momento da entrevista, demonstre ao entrevistador que pesquisou e que está interessado. “Se o candidato está participando de um processo, deve estar sempre preparado para ser entrevistado. As entrevistas têm como base o currículo do candidato, que motivou a entrevista, portanto, deve-se ter em mente as experiências, formação, atuações em projetos relevantes”, diz César.

 “Hoje em dia, os candidatos tentam diversas vagas e, muitas vezes, não têm a oportunidade de conhecer a empresa para a qual está se candidatando, portanto, não há a necessidade de conhecer a empresa até que seja agendada uma entrevista presencial”, afirma Janaína.

É importante que o candidato mantenha-se atento ao telefone, preferencialmente no horário comercial, que é quando as empresas costumam ligar. Não é necessário ficar em casa esperando a ligação".Janaína Andrade
Os especialistas dizem que não é necessário ficar preso em casa esperando pelas ligações.

 “O importante é deixar sempre uma forma de contato disponível: secretária eletrônica, pessoas de recado, celular, e-mail”, diz Sandra. “É importante que o candidato mantenha-se atento ao telefone, preferencialmente no horário comercial, que é o horário que as empresas costumam ligar. Além disso, não é necessário ficar em casa esperando a ligação, pois normalmente as empresas ligam para o celular dos candidatos”, diz Janaína.

Segundo os especialistas, o candidato precisa saber as próprias competências técnicas adquiridas, empresas que atuou, cargos e atividades realizadas, em caso de ser questionado e não tiver como acessar o currículo.
 “O mais importante é preparar-se, avaliar, estruturar de forma organizada e cronológica a trajetória profissional e ter em mente as principais realizações, conhecimentos e experiências”, diz Sandra.

Para Carmen, é bom estar com o currículo à mão. “Para ele poder responder com mais exatidão a respeito de datas e de ordem dos empregos anteriores.”

Segundo Sandra, as perguntas feitas por telefone costumam ser as mesmas de uma entrevista presencial. “Porém, quando não há a entrevista presencial, o entrevistador irá explorar mais a fundo algumas questões para que possa ter uma ideia mais clara sobre as competências e perfil comportamental do candidato.”
 “As perguntas por telefone normalmente são mais diretas e relacionadas ao perfil técnico da vaga, e o contato por telefone tende a ser breve, diferente de uma entrevista presencial”, explica Janaína.

Pode fazer perguntas?

Janaína diz que o candidato pode perguntar quanto tempo vai durar a entrevista. “Com o mercado aquecido, muitos candidatos estão trabalhando e algumas vezes não têm disponibilidade para falar, sendo possível flexibilizar o melhor momento para a pré-triagem.”

O candidato pode ainda pedir mais esclarecimentos ou explicações ao entrevistador em caso de não entender algo que seja perguntado.

 “O importante nesse contato é que as informações sejam as mais claras possíveis, tanto do lado do recrutador, quanto do candidato”, diz Janaína. “Sempre que o candidato não entender a pergunta ou tiver dúvidas deve informar ao entrevistador, tudo com muita calma e de maneira delicada”, ressalta Cezar.

E o candidato pode e deve fazer perguntas sobre a oportunidade, segundo os especialistas, pois mostra interesse. “Assim como na entrevista presencial, sempre que o candidato tiver alguma dúvida ou queira alguma informação complementar, pode questionar. Fazer perguntas sobre a empresa, como por exemplo, quem são os maiores concorrentes, filiais, área de atuação, demonstra o interesse do profissional”, diz Sandra.

Para Janaína, o candidato deve demonstrar interesse na oportunidade, realizando perguntas que podem vir a mudar o seu interesse na oportunidade como atividades a serem realizadas, local de trabalho, forma de contratação, benefícios, entre outras.

 “Até para que ele avalie se a oportunidade está de acordo com suas pretensões, algumas perguntas que podem ser feitas, como detalhes sobre a atuação e responsabilidades da vaga, oportunidade de carreira, salário, benefício, local físico, entre outras”, diz Cezar.

Para Carmen, o candidato pode perguntar como chegaram até ele, qual o tempo de retorno da entrevista, nome do cargo, local de trabalho e  caso o entrevistador não fale, qual a faixa salarial para a posição. Carmen diz que o candidato deve utilizar o bom senso para fazer perguntas, e em situações que realmente ele não entendeu. “Não deve perguntar a todo momento”, diz.

Fonte: G1

terça-feira, 9 de julho de 2013

Perguntas e respostas sobre Dinâmica de Grupo


Mariana Fonseca

A dinâmica de grupo é muito importante nos processos seletivos porque, na maior parte dos casos, ela é primeira etapa presencial a que os candidatos são submetidos. É nessa hora que avaliador observa o comportamento dos pré-selecionados para verificar quem tem – e quem não tem – perfil compatível com a vaga e a empresa em questão. “Em cada dinâmica, olhamos os candidatos com os 'óculos' da empresa”, afirma Irina Schuchman, consultora da Cia de Talentos. Para mandar bem nessa hora, confira as dicas de Irina numa série de perguntas e respostas sobre dinâmicas de grupo.

Como o candidato pode chamar a atenção do selecionador de maneira positiva?

É preciso que o candidato seja ele mesmo e participe das atividades propostas, contribuindo com seus conhecimentos e experiências de vida. Tentar parecer o que não é pode trazer muitos problemas. Se acontecer de você enganar bem e ser contratado, por exemplo, dificilmente conseguirá manter a mentira por muito tempo. Contratações erradas geram perda de tempo tanto para a empresa quanto para o profissional.

A experiência profissional do candidato é levada em conta?

Quando o processo exige algum tipo de experiência profissional, essa informação é passada no momento da inscrição. Ainda assim, mesmo quem nunca trabalhou pode utilizar as experiências da faculdade, da escola, dos grupos de que participa ou participou como exemplos.

O que é preferível: falar bastante ou ficar quieto?

Nenhum dos dois. Ser o que mais fala nem sempre é positivo. O importante é o conteúdo e a coerência da fala. Também não é necessário ficar esperando o consultor chegar perto para começar a falar. Os candidatos estão sendo observados o tempo todo. Aqui, novamente vale a regra de ser o que você é de verdade. Se for tímido, não tente vender uma imagem de pessoa extrovertida e vice-versa.

E que ferramentas o tímido poderá utilizar a seu favor, já que falar em público não é o seu forte?

Os tímidos e introvertidos devem se esforçar para participar das discussões em grupo. Se as suas colocações forem pertinentes, mesmo que sejam poucas, elas serão levadas em consideração.

É aconselhável o candidato "estudar" a empresa antes de participar de uma dinâmica?

Sim. Muitas dinâmicas trabalham cases onde a temática principal tem a ver com o negócio da empresa. Conhecer o negócio pode ajudar no desenvolvimento do trabalho e contar pontos positivos para o candidato.

A roupa do candidato influencia o selecionador?

É importante estar vestido de forma adequada para o momento e o local. Por exemplo, se a dinâmica de grupo for para uma vaga em instituição financeira, em que todos nós sabemos que o traje social é padrão, o candidato não deve ir de calça jeans e camiseta. Por outro lado, o terno não combina com uma empresa com o perfil jovem. Por isso é importante obter informação sobre a empresa antes de ir para a dinâmica. Normalmente, no próprio site o candidato já encontra algumas dicas para saber se deve se vestir mais ou menos informalmente.

E o jeito de falar é levado em conta?

A dica é não utilizar muitas gírias e jamais usar palavrões. Também não é necessário usar uma linguagem formal nem palavras difíceis, que quase ninguém entende.