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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Como não errar feio na pretensão salarial?



Claudia Gasparini

Dinheiro, às vezes, é um assunto muito delicado. Ainda mais quando você está diante de uma proposta de emprego e, com poucas informações em mãos, precisa definir sua pretensão salarial.

Foto: Reprodução Internet
O constrangimento se deve, em grande parte, ao temperamento do brasileiro, segundo João Xavier, diretor geral da Ricardo Xavier Recursos Humanos. “Somos menos pragmáticos do que outros povos, então achamos difícil atribuir um 'preço' para uma pessoa”, diz ele.

A situação é ainda mais complicada quando faltam dados sobre o outro lado. Segundo José Roberto do Valle, presidente da Scotwork Brasil, a maioria das empresas prefere anunciar vagas com “salário a combinar”.

“Elas fazem isso para se precaver e evitar que aconteça uma supervalorização do candidato”, afirma ele. “Por outro lado, também são poucos os profissionais que já anunciam um valor de cara”.

O resultado desse jogo são muitas dúvidas e hesitações. Veja a seguir algumas orientações que, se não eliminam todas as dificuldades, podem facilitar (um pouco) a sua vida:

1. Consulte tabelas salariais
Para começar, Valle recomenda que o candidato consulte fontes oficiais sobre a remuneração média para sua área. Além de evitar distorções, o dado serve para embasar a negociação presencial, se houver.

Mesmo assim, as tabelas salariais são apenas um recurso de argumentação - não de definição categórica. “Esse dado não é o suficiente para convencer o recrutador, mas pelo menos estabelece alguns parâmetros”, afirma.

2. Considere sua posição no mercado
Para lançar um valor, o candidato também precisa refletir sobre sua situação atual. Se você tem um emprego, é uma boa ideia pedir um salário igual ou superior ao que você já recebe, segundo Xavier.

No caso de quem está fora do mercado, a dica é pedir até 10% menos, com base na sua última remuneração. “Se você ganhava 10 mil reais, por exemplo, vale propor algo em torno de 9 mil”, diz o especialista.

3. Avalie seu grau de satisfação com o presente
Além da sua inserção no mercado, é preciso pensar no quanto é importante para você mudar de emprego. “Se você quer fazer uma manobra na sua carreira, ir para uma área diferente, vale ser mais flexível”, diz Xavier.

Além disso, é importante avaliar se você está feliz com o seu emprego atual. “Em alguns casos, esse pode ser um fator determinante para o cálculo”, diz ele.

4. Estabeleça um “mínimo viável”
Não adianta pesar apenas fatores externos para definir a sua pretensão salarial. “O candidato precisa definir um mínimo que precisa ganhar para pagar suas contas e se motivar para o trabalho”, diz Valle.

A dica do especialista é pedir um pouco a mais do que esse "piso", para haver margem de negociação numa conversa posterior com o recrutador.
 
5. Preste atenção na descrição da vaga
Outro parâmetro relevante é o escopo da posição. “É preciso entender muito bem o que cobrarão de você para saber o quanto você pode pedir em troca”, diz Xavier.

Nessa avaliação, a nomenclatura não importa tanto. “Não se apegue tanto aos títulos e nomes de cargos. O que vale é o grau de responsabilidade atribuído a você”, afirma.

6. Procure informações sobre a empresa
Um critério essencial para não “chutar” um valor despropositado é saber mais sobre o empregador. Busque saber, por exemplo, como vai o segmento a que ele pertence, e qual é o seu porte em relação à concorrência.

“Numa empresa pequena, um diretor de operações pode pedir um salário maior do que o diretor de operações de uma multinacional”, ilustra Xavier. “Ele terá atribuições bem mais abrangentes do que o outro, que será apenas mais um num quadro de gestores”.

7. Converse com seus pares
Saber quanto ganham ex-colegas de faculdade também ajuda a estimar um valor. “Não dá para confiar totalmente, mas vale a comparação para saber como vai o mercado”, afirma Valle.

Isso porque essas pessoas têm algumas variáveis em comum com você, como formação acadêmica, instituição de ensino e tempo de experiência. “Só não confie cegamente nessa informação, porque há muitos outros fatores em jogo”, diz ele.

8. Use a expressão “na faixa de”
Por mais que você procure informações para balizar a sua pretensão salarial, sempre há espaço para questionamentos. O melhor a fazer, portanto, é não cravar um número fechado.

“Dizer que você quer um salário na faixa de 9 mil reais, por exemplo, demonstra flexibilidade e abertura para o diálogo”, afirma Xavier. Além disso, o intervalo deixa um importante espaço para “manobras”. Segundo o especialista, é fundamental contar com essa brecha na hora de negociar o valor final.

Fonte: Exame.com

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Quanto mais idiomas você souber, mais chances de ganhar bem.



Talita Barbosa

Dominar apenas o inglês não basta. Mercado procura quem saiba três, quatro línguas. Promoções e aumentos ficam mais fáceis. 

Flavius estuda ciência política com foco em relações internacionais. 

Já fala inglês e espanhol e estuda mandarim e francês

Fernando da Hora/JC Imagem

 

Dominar a língua inglesa não é mais considerado um diferencial no mercado, mas sim um requisito. O que antes era algo valorizado, hoje tornou-se obrigatório nas grandes empresas. Diante disso, profissionais que, além de serem fluentes no idioma, dominam outra língua, ganham um peso extra no currículo, o que aumenta em até 90% as chances de contratações, promoções e empregos em outros países.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Veja 14 passos para ter sucesso na carreira



Não abrir mão da vida pessoal pode ser o segredo para a satisfação na carreira. É o que acredita o diretor de conteúdo do Kindle da Amazon, Andreas von der Heydtis, que listou 14 formas para ser bem sucedido no trabalho, sem deixar de aproveitar o tempo livre com a família e os amigos.

Em artigo publicado pelo Fórum Econômico Mundial, Heydtis afirma que não existe uma fórmula mágica para resolver este dilema, especialmente para pessoas que ocupam cargos de grande responsabilidade.

“Mas posso oferecer uma perspectiva diferente, proporcionando princípios que comprovadamente permitem entrar na vida de alguém e concentrar mais em estabelecer relações sustentáveis e preciosas para garantir o sucesso sem lamentar depois”, diz o executivo.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Três coisas que você precisa saber ao procurar um emprego



Quando você está a procura de uma emprego e se depara com todas aquelas exigências e qualificações, é bem provável que pare para pensar: será que preencho todos estes pontos? Muitas vezes, alguns requisitos são apenas burocracia, uma seleção de currículos que vão chegar para o RH da empresa ou para o contratante.

No entanto, há pelo menos três pontos importantes que você não pode esquecer. O primeiro é: você entendeu qual o objetivo da vaga? Ao ler as descrições das qualificações necessárias, você conseguiu entender exatamente o que a empresa procura?

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

3 coisas que você deve pesquisar antes da entrevista de emprego



Estar preparado para a entrevista de emprego é muito importante para que você seja bem-sucedido. 
Confira dicas de três coisas que você deve pesquisar antes de seu próximo processo seletivo.

Crédito: Shutterstock.com
Pesquisar e seguir as páginas da empresa nas redes sociais, além de conferir o site da companhia, também vai ajudar você a se preparar
Se preparar para a entrevista de emprego é muito importante. Ao estudar as particularidades da empresa e das pessoas que trabalham nela, principalmente seus potenciais chefes, você é capaz de se sentir mais confortável e apto para as etapas e desafios experimentados durante o processo seletivo. 

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Como falar dos seus defeitos em uma entrevista de emprego



A pergunta que pode fazer a maioria dos candidatos gaguejar na hora da resposta pode ser a sua grande vantagem para conseguir a vaga de emprego e conquistar o recrutador

Crédito: Shutterstock.com
A chave para que você saiba como proceder é ser estratégico e confiante, já que ninguém é perfeito
 
Tudo está indo bem durante a entrevista de emprego. O recrutador parece satisfeito com suas respostas e você está confiante de que todas as horas de preparação e esforço começarão a valer à pena. Já consegue se visualizar na empresa e procura identificar qual seriam suas primeiras tarefas. Tudo está correndo bem. Até que aquela pergunta é feita. A pergunta que assusta muitos, talvez a maioria dos candidatos: "Qual é seu maior defeito?". Na tentativa de desviar a atenção de suas falhas, muitos optam pelo lugar-comum do “sou muito perfeccionista”. Mas você sabe que essa resposta não agrada nenhum entrevistador e, na realidade, não diz aquilo que ele realmente gostaria de saber.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Empresas procuram profissionais com habilidades diferentes das gerações anteriores.



Mariana Niederauer - Correio Braziliense

O mundo mudou, mas as escolas continuam as mesmas. Os trabalhadores que elas ajudam a formar, portanto, saem despreparados para atender as exigências do mercado. Os movimentos repetitivos característicos do modelo fordista de produção deram lugar a ocupações que necessitam de funcionários capazes de ir além das tarefas cotidianas e tragam inovação para as empresas. Entre as competências buscadas, estão as capacidades de trabalhar em equipe e de lidar com a tecnologia, e até mesmo habilidades básicas de leitura, escrita e raciocínio lógico (veja o quadro).