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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

8 maneiras de arruinar o seu perfil no LinkedIn


Exagerar em certas informações 
Pelo fato de muitas pessoas acharem que o LinkedIn funciona como qualquer outra rede social e que um usuário pode compartilhar qualquer tipo de informação em seu perfil, é comum encontrar gente que divulga informações desnecessárias sobre sua vida dentro de seus ambientes profissionais e sociais, sem perceber o quão desagradável está sendo. No entanto, é preciso que fique claro que certas informações compartilhadas podem arruinar a sua reputação como pessoa e profissional. Evite, por exemplo, postagens sobre detalhes da sua rotina, opiniões desrespeitosas, informações falsas e reclamações sobre futilidades do cotidiano. Isso é capaz de deturpar a sua imagem entre os seus contatos dentro e fora da rede.

Fazer mau uso dos recursos do canal
Muitos usuários do LinkedIn acreditam que, como a rede disponibiliza diversas possibilidades de compartilhamento de informações, eles devem usar todos esses recursos para se fazerem conhecidos na rede. No entanto, deixar disponíveis tantas informações pessoais de contato no seu perfil não é uma boa ideia, pois, além de ser desnecessário, pode pegar mal para a sua imagem e algumas pessoas indesejáveis podem começar a entrar em contato com você.

Enviar mensagens spam
Pelo LinkedIn é muito fácil fazer envios automáticos de mensagens promocionais e spam para os contatos e, infelizmente, é essa estratégia que muitas empresas adotam como forma de divulgar seus produtos e serviços. No entanto, poucas dessas companhias sabem que essa atitude é capaz de arruinar suas reputações entre o público, pois grande parte das pessoas não está conectada ao canal para receber promoções de marcas e informações publicitárias e se sente muito incomodada quando isso acontece. Portanto, por mais que a sua empresa invista nesse tipo de estratégia, evite usar o seu perfil no LinkedIn para fazer o disparo de mensagens spam. Isso pode prejudicar a sua imagem entre contatos profissionais e pessoais importantes para você.

Adicionar contatos do canal à sua lista de newsletter 
Muitas pessoas pensam que o fato de alguém aceitá-lo como “amigo” no LinkedIn significa que ele também quer entrar para a sua lista de contatos em outras plataformas. No entanto, não há nada pior do que receber constantes e-mails marketing e newsletters promocionais. Não use o acesso que você tem às informações de seus contatos para fazer propaganda dos serviços e produtos oferecidos pela empresa na qual você trabalha. Isso pode afastar muita gente da sua conta no canal.

Redirecionar contatos ao seu blog pessoal
É bom que o LinkedIn forneça espaço para que os usuários publiquem matérias, artigos e textos pessoais em suas páginas. Afinal, isso possibilita que as pessoas compartilhem suas histórias e opiniões de forma livre. Apesar disso, muita gente ainda considera a rede social como um canal de promoção e reconhecimento para divulgar suas marcas pessoais. Com isso, elas passaram a redirecionar suas postagens no canal para seus sites e blogs, sem perceber que a própria plataforma pode ser o meio ideal para atrair leitores e novos contatos. Se você está em busca de audiência, considere o LinkedIn como um espaço para fazer as suas publicações, sem precisar redirecionar os usuários às suas outras páginas. Isso requer um esforço a mais das pessoas e elas, raramente, estão dispostas a abrir várias páginas para ler posts de conteúdo pessoal.

Enviar muitos convites de conexão
No LinkedIn, ao convidar alguém para fazer parte da sua rede profissional é preciso enviar convites de conexão e, a partir disso, tornar determinado usuário um “contato de primeiro grau”, que terá acesso aos seus dados pessoais. O que muita gente não sabe, no entanto, é que fazer muitos pedidos de conexão é algo que pode incomodar os usuários do canal, já que a maior parte das pessoas não possui interesse em se conectar com indivíduos que elas não conhecem e, nem sequer, confiam. Não saia enviando convites de conexão para qualquer um. Além de inadequado, isso pode não ser seguro.

Não prestar atenção nas introduções em pedidos de amizade
Não se atentar às apresentações de determinado usuário antes de aceitá-lo em sua rede de contatos acontece com frequência entre os membros do LinkedIn, sem que eles se deem conta da dor de cabeça que isso pode gerar à curto e longo prazos. Isso porque muitas pessoas se apresentam de forma falsa em seus perfis e, se você não prestar atenção no tipo de contato que aceita como “amigo”, pode acabar fornecendo suas informações pessoais a indivíduos que você mal conhece.

Esquecer do real objetivo do canal
Como já dito, o LinkedIn existe para conectar pessoas e ajudar seus integrantes a expandirem suas redes de contatos profissionais e pessoais. Mas, aparentemente, muitos usuários usam a ferramenta para promover suas marcas corporativas e se tornarem conhecidas no mercado.Saiba, no entanto, que usar o espaço de uma comunidade virtual para interagir com o público a partir de interesses individuais e empresariais não é bem visto por muitas pessoas e pode prejudicar a sua imagem de profissional responsável entre elas. Portanto, cuidado para não confundir as coisas e esquecer qual é o real objetivo do canal.


Fonte: Forbes Brasil

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

5 perguntas que você não pode sair de uma entrevista de emprego sem fazer

A chave para uma entrevista bem-sucedida é manter uma conversa com o entrevistado, sendo que é importante saber quando não dominar uma conversa e também quando não deixar a entrevista cair no silêncio.


Uma boa forma de fazer a entrevista fluir bem é fazer perguntas para a pessoa que irá te avaliar. No entanto, manter a conversa durante uma entrevista de emprego pode ser difícil. Mesmo que você tenha uma lista de cinco ou 10 perguntas, o entrevistador pode não ter muito a dizer.

Quando for preparar as questões, certifique-se que elas são relevantes para mantê-lo interessado. Além disso, perguntas positivas e abertas te colocam como um funcionário simpático. O site Glassdoor listou cinco perguntas que você não pode sair de uma entrevista de emprego sem fazer. Confira:

1- O que você mais gosta em trabalhar aqui?

Essa é uma ótima questão para saber mais sobre o entrevistador em um nível pessoal. Você pode entender o sentimento do entrevistador em relação ao trabalho e ainda dar-lhe a oportunidade de falar sobre si mesmos durante a entrevista.

Além disso, ao fazer essa pergunta você também vai determinar se este trabalho é o certo para você. Se o entrevistador está hesitante em responder, pode ser um sinal de que o trabalho ou a empresa não sejam tão bons assim.

2- Como você espera que a empresa vai estar daqui há em cinco anos?

Esta é outra questão que tem potencial em obter o animo do entrevistador em relação ao seu trabalho. Você também vai aprender sobre quaisquer alterações futuras que a empresa pode enfrentar e as metas que têm pela frente.

3- Você pode me falar sobre a equipe com quem vou trabalhar?

Essa pergunta não só vai mostrar a sua confiança em conseguir o emprego, como também vai te indicar sobre o tipo de pessoas com que você vai trabalhar. Além de entender mais sobre a posição, você também vai estar mais preparado para o tipo de emprego.

4- Você poderia descrever o ambiente de trabalho da empresa?

Se você quer aprender mais sobre a cultura da empresa , esta é uma excelente pergunta a se fazer. Você vai descobrir se a cultura é mais colaborativa ou se os funcionários devem trabalhar de forma independente. Esta questão também irá ajudar a determinar se você seria a melhor pessoa para a posição.

5- Qual é a próxima etapa do processo?

Esta é uma boa pergunta para se fazer no final da entrevista, sendo que é uma forma de descobrir mais informações que você precisa saber para o resto do processo de seleção.


Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Oito passos para buscar um novo emprego e virar o jogo na crise

Dados recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelam que a taxa de desemprego subiu no segundo trimestre deste ano e chegou a 8,3%, registrando a maior taxa da série histórica, que teve inicio em 2012.


A população desocupada, de 8,4 milhões de pessoas, subiu 5,3% frente ao primeiro trimestre de 2015 e, ante o 2º trimestre de 2014, o avanço foi de 23,5%.

Embora ninguém espere passar por isso, é cada vez mais comum notarmos o fantasma do desemprego rondando nossa rede de relacionamentos. Mas caso você seja demitido, não precisa ficar preocupado. Especialistas da Michael Page, empresa de recrutamento, garantem que tem como voltar ao mercado de trabalho mesmo em época de crise.

Passado o primeiro momento de angustia, chamado de luto demissional, é chegada a hora de reagir, afinal, a vida continua, sua carreira continua e, principalmente, as contas e responsabilidades também continuarão.

De acordo com Ricardo Rocha, headhunter da Michael Page especializado em Recursos Humanos, passam muitas dúvidas pela cabeça do profissional em uma situação como essa. “Abrir o próprio negócio, investir em uma especialização, buscar oportunidades em outro setores ou até mesmo em outros estados? Essas são apenas alguns questionamentos de executivos que perderam o emprego neste momento turbulento da economia nacional”, afirma.

O executivo precisa ter bastante clareza nos seus objetivos futuros seja em uma mudança de setor, carreira ou até mesmo na abertura do próprio negócio. A crise, apesar da dificuldade momentânea, pode ser a oportunidade ideal para os profissionais buscarem novas posições ou se lançarem em projetos pessoais.

Confira o “manual da sobrevivência” elaborada pela empresa com oito dicas imprescindíveis para profissionais que buscam uma recolocação no mercado de trabalho:

1- Posicionar-se corretamente no Linkedin

Quanto mais ativo o executivo é no Linkedin (fóruns, grupos de discussão, indicações de vagas), mais fácil é descobrir caminhos e conexões interessantes, que podem funcionar como uma ponte para uma oportunidade profissional. Solicitar uma apresentação através de um contato é mais efetivo do que abordar diretamente um profissional fora de sua rede. Cuidado também ao se candidatar para todo tipo de vaga, inclusive aquelas para a qual não tenha os requisitos necessários, apenas para abrir um contato com RH/requisitante: isso pode sinalizar desespero ou até mesmo falta de confiança no real interesse do profissional.

2- Networking

Manter o networking ativo não pode ser uma prática exclusiva de momentos de desemprego ou dificuldade. Na verdade, a maneira como o executivo se porta nos bons momentos profissionais em relação a sua rede de relacionamentos, poderá determinar a ajuda ou indicações que receberá quando estiver enfrentando uma situação assim. Caso o executivo necessite reativar seu networking, deve num primeiro momento dividir sua situação com pessoas do círculo mais próximo. Sair disparando contatos para pessoas que não são próximas pode ser inócuo e “queimar” um contato potencial.

3- Investir em especialização

Do ponto de vista dos recrutadores/empresas, é importante perceber se o profissional procurou se manter atualizado durante o período em que estiver buscando recolocação. Procure investir em especializações que possam complementar seu conhecimento ou que supram algum “gap” profissional. 

4- Olhar para outros setores

O período de transição profissional pode ser um bom momento para pesquisar a fundo sobre outros setores que tenha interesse de trabalhar, e quais são os requisitos e conhecimentos necessários, desde que o executivo tenha claro no que esta mudança irá agregar em termos de carreira. Vale ressaltar que para uma recolocação, é sempre mais fácil buscar oportunidades onde o profissional já tenha experiência.

5- Abrir o próprio negócio

A decisão de empreender não pode ser somente uma consequência de um desligamento do profissional. Apesar do momento ser propício para mudar o rumo de carreira, deve ser uma decisão planejada, com um plano de negócios claro, para evitar uma frustração ainda maior caso o negócio não dê certo, e também não gastar dinheiro indevidamente em um momento onde o profissional precisa planejar suas reservas financeiras. Por outro lado, para executivos que já cultivavam este pensamento, pode ser o momento ideal para dedicar-se integralmente a um projeto empreendedor, já que muitos negócios também fracassam prematuramente, quando não há tempo nem dedicação suficientes.

6- Frequentar eventos

Esta á uma excelente ação, complementar ao networking. Participar de eventos e palestras relacionados a sua área de atuação, faz com que o profissional se mantenha atualizado e com possibilidade de acesso a outros executivos que não façam parte de sua rede de contatos.

7- Procurar headhunter

É muito importante manter contato com headhunters, pelo fato destes profissionais terem acesso as principais vagas do mercado, que muitas vezes não são divulgadas publicamente. Por outro lado, cabe o mesmo princípio do networking: a construção do relacionamento com um headhunter ao longo do tempo é mais efetiva do que a procura somente em momentos de desligamento, afinal, quanto maios familiarizado o headhunter estiver sobre suas experiências, maiores as chances de considera-lo para um projeto alinhado com seu perfil. Procure ser objetivo nos contatos - lembre-se que um headhunters analisa diversos profissionais por dia - e não ser insistente ou repetitivo nas abordagens. A entrevista pessoal é muito mais adequada para explicar detalhes de sua carreira do que um e-mail.

8- Oportunidade em outros estados/países

Decisões que envolvem questões pessoais também precisam ser muito bem avaliadas, para que não sejam precipitadas e motivadas pelo desemprego. Obviamente, cada um sabe o quanto o lado financeiro pesa em um momento como esse, mas vale sempre considerar a questão de adaptação (própria e da família) a uma nova cultura.Uma recolocação mal planejada e curta, pode ter impactos negativos no currículo do profissional. De qualquer maneira, é um momento onde o profissional deve estar mais aberto e atento para esse tipo de oportunidade, que pode representar uma oportunidade profissional diferenciada, que irá torná-lo um profissional mais completo: que toma riscos, que não se acomoda, que busca o novo e de maior adaptabilidade.


Fonte: InfoMoney

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Currículo online na vitrine: saiba como turbinar seu perfil profissional nas redes sociais

O currículo é, ainda hoje, muito importante na hora de analisar um candidato para uma vaga. Apesar disso, muitas empresas realizam a procura de um perfil ideal na internet. Por isso, manter as redes atualizadas e com as informações certas é fundamental para chamar a atenção de um gestor ou recrutador.

A maior rede social voltada para o mercado de trabalho é o Linkedin. Neste site, qualquer pessoa pode se cadastrar e preencher os dados a fim de montar seu perfil profissional. A plataforma funciona como via de mão dupla: o usuário pode buscar um empregador, assim como uma empresa pode buscar um candidato.
A foto é obrigatória


Ao criar um perfil, algumas informações são primordiais para passar uma imagem completa e detalhada do tipo de profissional que você é. A primeira delas é a foto. Não se esqueça de colocar uma, afinal, um candidato com foto tem muito mais chances de chamar atenção que um perfil sem fotografia. Procure uma imagem que você tenha tirado num ambiente de trabalho, já que ela deve transmitir credibilidade e mostrar profissionalismo.

Procure se diferenciar

No cabeçalho do perfil, escreva um título que destaque você de seus concorrentes. Ao invés de colocar o cargo atual, pense numa frase criativa, com uma mensagem que transmita suas ambições pessoais e profissionais. Mas, lembre-se que precisa ser curta: o Linkedin disponibiliza apenas 120 caracteres.

Chame atenção do seu histórico profissional

Suas experiências profissionais também são importantes. Entretanto, faça um resumo daquelas mais relevantes. Destaque suas funções, contando para quem está lendo a maneira como você cumpriu suas tarefas e como foi capaz de ajudar sua empresa a crescer.

Na parte de interesses, procure usar palavras-chaves relacionadas à área em que você deseja atuar. Esta seção é de extrema importância, porque fará seu perfil aparecer nas buscas que os empregadores fizerem no site.

Dê destaque ao perfil

Você também pode incrementar seu perfil com infográficos, tabelas, slides e vídeos que mostrem um pouco do seu trabalho, sua personalidade, criatividade e força de vontade. Se tiver um blog ou um site que sirva como portfólio, não deixe de divulgar o link.

Seja comunicativo

Por fim, é fundamental ter em mente que o Linkedin é uma rede social. Portanto, não fique parado: faça contatos. Participe de grupos, adicione novos e velhos amigos que possam te indicar para vagas, recomende o trabalho de conhecidos, siga empresas em que gostaria de trabalhar e profissionais que você admira dentro do seu ramo de atuação.


Fonte: UNOPAR

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

8 informações que você NÃO deve colocar no seu currículo

A ferramenta mais importante para procurar emprego continua sendo o currículo. Por isso, se você está buscando uma vaga em alguma empresa, o primeiro passo é se dedicar à elaboração de um CV que convença o recrutador a te chamar para uma entrevista.


Seus pontos fortes, seu objetivo profissional e suas principais experiências não podem ficar de fora. Se você está começando sua carreira agora e ainda não tem experiência, destaque a sua formação e os cursos feitos durante a faculdade e o estágio, caso tenha sido realizado.

Mas tão importante quanto saber o que escrever é se atentar ao que NÃO deve constar em um currículo. Veja algumas dicas dos consultores especializados em gestão de carreira e evite gafes:

1. Curriculum Vitae
Não inicie seu CV com a famosa frase “Curriculum Vitae”, seja mais direto e comece com o seu nome em destaque.

2. RG, CPF, CTPS...
Nos dados pessoais, não coloque o número de seus documentos. Somente nome, endereço, telefones, e-mail, endereço do Linkedin, data de nascimento e estado civil são necessários.

3. Cuidado com o e-mail
Não use endereço e-mail que possa comprometer sua credibilidade. Aquela conta que você criou de brincadeira, como gatinha26@email.com, por exemplo, pode ser motivo de piada entre os recrutadores.

4. Histórico salarial
Não coloque quais foram seus últimos salários. Essa informação só precisará ser dada caso o empregador te pergunte durante a entrevista.

5. Frases de efeito
Não faça autoelogios vazios (ex: “profissional determinada com muita garra para crescer nesta empresa de sucesso”). Seja objetivo e coloque um resumo das suas experiências profissionais.

6. Mentirinhas
Não minta nunca sobre uma experiência ou conhecimento que não tem. Por exemplo, se não sabe falar inglês ou outro idioma, não coloque que tem conhecimento avançado. Ficará muito feio para você se, durante uma possível entrevista, o recrutador te fizer perguntas em outra língua e você não conseguir responder.

7. Deslizes gramaticais jamais!
Não deixe passar nenhum erro de português. Se isso acontecer, você perderá vários pontos com o recrutador. A dica é revisar seu currículo várias vezes e, se possível, pedir para um colega ou parente também revisá-lo.

8. Autógrafo
Por fim, não assine seu currículo. Isso é totalmente dispensável, segundo os consultores.


quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Emprego na crise veja 10 dicas para se destacar e conseguir uma vaga

Pâmela Kometani

Profissional deve ter currículo atualizado para ter mais chances de ser visto.
"Atirar" para todos os lados não ajuda na recolocação no mercado.

Com um número cada vez maior de profissionais em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho, o que o candidato pode fazer para se destacar e ser escolhido para um cargo no meio de tantas pessoas talentosas e qualificadas?

Segundo especialistas de carreira ouvidos pelo G1, os candidatos devem manter seu currículo atualizado, especialmente o on-line cadastrado em sites de vagas, e buscar oportunidades que realmente tenham relação com sua formação e experiência profissional.

"A chance de conseguir um emprego atirando para todo o lado aumenta muito pouco. E, eventualmente, gera mais expectativa, um desgaste muito maior para um retorno muito baixo", afirma Luis Testa, diretor da Catho.

Fernanda Diez, especialista de carreiras da Vagas.com, lembra que a atualização do currículo em sites é muito importante, já que uma das ferramentas para formar o ranking de candidatos é a data da última atualização.

Elaine Saad, vice-presidente da ABRH Brasil, também lembra que é importante o candidato adequar seu currículo para o momento da sua carreira. "O jovem precisa mostrar sua formação, ter atitude e ser persistente e colaborativo. Quem tem uma carreira mais avançada deve mostrar o que tem a oferecer para as empresas", acrescenta.

Veja abaixo 10 dicas para se destacar e conseguir uma vaga de emprego:


Muitos profissionais ainda se esquecem de atualizar seu currículo e acabam se inscrevendo em oportunidades em sites de emprego com um documento antigo, e algumas chegam até a enviar para empresas.
"Quanto mais atualizado o currículo estiver, mais no topo do ranking de candidatos ele vai ficar na hora que os recrutadores estão fazendo a seleção", ressalta Fernanda Diez, especialista de carreiras da Vagas.com.


O candidato deve saber se tem aderência a vaga, mesmo tendo necessidade de recolocação rápida. Quem envia o currículo para qualquer vaga tem pouca chance de ser chamado, já que existem outras pessoas com o perfil mais adequado.

"Isso gera uma expectativa de que ninguém chama o candidato e pode causar frustração", comenta Luis Testa, diretor da Catho.


Identificar seu principal talento, descobrir qual é o seu ponto forte e o que precisa ser desenvolvimento são ações importantes para que o profissional tenha autoconhecimento. A partir do conhecimento dos seus talentos e habilidades, o candidato pode identificar que tipo de trabalho gosta e que tipo de cultura tem a ver com seu jeito de ser.

"É importante que o candidato saiba o que gosta e o que desempenha bem para fazer escolhas certas ao invés de se candidatar a toda e qualquer vaga", afirma Fernanda.



Fernanda lembra que outra opção é tentar encontrar empresas com que o candidato se identifique e que tenham a ver com sua cultura e valores. O profissional pode buscar informação sobre as companhias, encontra-las nas redes sociais e procurar se aproximar da marca de certa forma.
"Isso pode ajudar a encontrar emprego em uma empresa que ele terá uma sinergia maior. As empresas querem contratar pessoas que compartilham os mesmos sonhos", ressalta Testa.


"Esse momento pode ser uma oportunidade para o candidato se manter atualizado. Ele pode aproveitar a internet para fazer cursos gratuitos e dar um upgrade no seu conhecimento com ferramentas gratuitas. O currículo vai ganhar relevância frente a outros candidatos", afirma Fernanda.

Testa lembra que muitas áreas estão mudando rapidamente por conta da tecnologia, da internet e do uso do celular, e isso muda a interação entre empresa e cliente e entre cliente e produto. "Quem não acompanha fica defasado".


Mesmo com todas as possibilidades que a internet oferece na hora de buscar emprego, o candidato não deve esquecer de acionar sua rede de contatos e falar com os amigos.

Testa ressalta que para fazer um bom uso desse tipo de relacionamento, o profissional deve ter fomentado o contato. "Se esse networking não foi alimentado no passado, essa não parece ser a melhor hora para fazer isso. É uma vida de mão dupla, mas muito de o candidato ser lembrado pelo colega".


Buscar emprego em centros de intermediação de trabalho e ir até empresas são ações que devem estar na rotina do candidato. Já a internet pode complementar essa estratégia como uma ferramenta que auxilia o profissional a se candidatar a mais oportunidades em menos tempo e também a conhecer as empresas.

O candidato também pode utilizar aplicativos de celulares para acompanhar mais de perto e responder mais rapidamente.

Fernanda lembra que quanto mais informações estiverem disponíveis no currículo on-line, mais chance o profissional terá de ser encontrado para as oportunidades em aberto. "O sistema usa cruzamentos com palavras-chave, logo quanto mais informação melhor".


Pesquisar sobre a empresa é essencial para ter um bom desempenho na entrevista. O profissional deve conhecer a companhia e demonstrar interesse nela também, e não somente no cargo.

Segundo Testa, o candidato deve evitar mostrar interesse excessivo para não passar a mensagem de que topa qualquer proposta. "É importante demonstrar que existe um interesse na empresa e na oportunidade. Ela também quer saber o que o candidato pode oferecer e contribuir".


"Nas entrevistas, a pessoa deve ser ela mesma e não tentar forçar a barra", alerta Elaine Saad, vice-presidente da ABRH Brasil. Ela reitera que o candidato não deve passar uma na entrevista e depois mudar seu comportamento quando for contratado.

"Muitos profissionais dizem que as empresas contratam por competência e demitem por comportamento", alerta Testa.


"Tem que ter paciência porque a concorrência aumentou com mais pessoas buscando emprego ativamente do que antes, seja pela falta de oportunidades ou por mais gente precisar entrar no mercado", lembra Testa.

Elaine ressalta que o profissional deve continuar sua busca. "Não pode se retrair e ficar somente em casa. Tem que ter iniciativa e persistência".

Não existe fórmula mágica
  
Testa lembra que não existe uma estratégia pronta para buscar emprego, os profissionais devem utilizar todas as ferramentas que estão ao seu alcance. "Não existe uma fórmula mágica na hora da busca. Existem várias ferramentas e cada pessoa precisa analisar quais podem trazer mais retorno para sua área e para o tipo de emprego que ela procura."

Segundo Elaine, o profissional também precisa avaliar o momento de sua carreira para adequar sua apresentação. Segundo ela, os jovens têm que mostrar atitude, já que não tem experiência. Eles também têm que ter iniciativa, ser persistente, colaborativo e saber trabalhar em equipe.

Para quem já está com a carreira mais avançada, é importante que o profissional avalie o que ele tem para oferecer e quem se interessará por isso dentro do mercado.


Fonte: G1