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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

9 erros fatais na construção de um currículo



Cia de talentos

Fotos, e-mails bizarros, "arredondar para cima" os conhecimentos e habilidades; saiba o que não fazer na hora de montar seu CV

Com o fim do ano, muitos profissionais estão em busca de uma nova oportunidade ou ainda do primeiro emprego. Seja qual for a situação, alguns erros podem e devem ser evitados na hora de montar o seu CV.

1. CV Livro: lembre-se de que você não é o único candidato à vaga e que além do seu, o recrutador terá que ler muitos outros currículos, então não o faça perder tempo, seja breve (economize nos detalhes) e destaque apenas as informações relevantes para construção da sua carreira. Como regra, não ultrapasse o limite de duas páginas.

2. Autoelogio: os recrutadores são pagos para identificar as competências de cada candidato e verificar se elas são adequadas à vaga oferecida, então não tente fazer o trabalho deles e evite frases como: "Excelente habilidade de comunicação" e "Ótima liderança de equipes".

3. Foto: utilize APENAS se for solicitada e, nesse caso, opte por algo profissional. Sensualidade, roupas informais, exagero na maquiagem e óculos escuros nem pensar.

4. Endereço de e-mail: se possível, prefira um provedor conhecido, use apenas nome e sobrenome e evite qualquer tipo de piadinha com o nome de usuário, como: "sougata@xxxx.com.br" ou "pedrolove@xxxx.com.br". Lembre-se: antes de ler o seu currículo, o responsável pela vaga verá o seu endereço de e-mail.

5. Erros gramaticais e ortográficos: estes não serão tolerados e podem eliminar o candidato já nas primeiras linhas. Caso tenha dúvida em relação à grafia de alguma palavra pesquise antes de usá-la e, se possível, peça para outras pessoas revisarem o seu currículo (assim você minimiza a chance de restar qualquer erro).

6. Trampolim hierárquico: o objetivo profissional escolhido deve estar alinhado com a sua atual posição ou com o próximo nível (não há nada de errado em querer subir de cargo, mas dificilmente alguém passará de analista a CEO em um único passo).

7. Metralhadora de objetivos: não escolha mais que duas áreas de interesse diferentes (ex.: "Marketing e Vendas") e certifique-se de que essas áreas estão alinhadas com a sua formação acadêmica e experiência anterior.

8. Arredondar para cima: não é incomum que na descrição do nível de conhecimento de um idioma ou na de softwares (Excel, Word, PowerPoint, etc) os candidatos sejam generosos consigo mesmos, dizendo saberem mais do que realmente sabem sobre determinado tema. O que muitos esquecem é que esses conhecimentos podem ser testados durante as próximas etapas do processo seletivo e que, caso a contratação aconteça, eles também serão exigidos no dia a dia de trabalho.

9. Enxurrada de cursos extras e eventos: o currículo deve servir como um cartão de visitas, que resume as suas aptidões e qualificações. Não é um diário, por isso seja sucinto: escolha só os mais relevantes e para descrevê-los use apenas o nome do curso, da instituição e o mês e ano da conclusão.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Como não passar vergonha na festa da firma



Em clima de final de ano, muitas empresas costumam organizar uma confraternização para celebrar resultados e motivar seus funcionários.

No entanto, muitos profissionais acabam interpretando o evento como um momento para extravasar o estresse acumulado no ano, e exageram na bebida, aproveitam para falar mal do chefe ou adotam outros comportamentos inapropriados.

Atitudes como essas podem queimar o filme e fazer com que o funcionário perca futuras oportunidades de carreira na empresa.

Para você não cometer nenhuma gafe durante a festa da firma, INFO preparou uma série de dicas com a ajuda de especialistas em recursos humanos. Confira:

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Mestre estagiário



Bárbara Libório

Chance de opinar até no jeito de se vestir dos chefes anima jovens, mas pode desestabilizar hierarquia. 

Grandes empresas estão apostando em uma nova estratégia para estimular a troca de conhecimento entre gerações e atrair e reter talentos mais jovens: a mentoria reversa-profissionais menos experientes se tornam mentores de outros mais seniores. 
Foto: Reprodução Folha de  São Paulo

"A prática começou a ser impulsionada em 1999 quando Jack Welch, então presidente da General Eletric, pediu que executivos de alto escalão da empresa procurassem mentores mais novos para ensiná-los a usar a internet", diz a coach Eva Hirsch. 

A especialista afirma que o movimento no Brasil ainda é modesto, mas que há espaço para crescimento. 

A empresa de comunicação Burson-Marsteller iniciou neste ano um programa de mentoria reversa: profissionais mais jovens, da área de comunicação digital, têm ajudado gerentes de outros setores.  

"Com o crescimento da prática digital, houve a necessidade de consultar pessoas que tinham mais habilidade na área. E são os profissionais mais jovens, que já nasceram na era on-line", explica Patrícia Ávila, 49, vice-presidente de operações da empresa.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

7 perguntas e respostas sobre dinâmicas de grupo



Claudia Gasparini

Na cabeça de muita gente, dinâmicas de grupo são sinônimo de constrangimento, pânico ou simplesmente perda de tempo.
Para Eduardo Ferraz, consultor especializado no assunto pela SBDG (Sociedade Brasileira de Dinâmica dos Grupos), é comum que as pessoas "satanizem" essa ferramenta do recrutamento por causa de más experiências. 
“Muita gente diz que dinâmica é uma bobagem. Se for mal feita, realmente não passa de uma grande bobagem mesmo”, diz ele.
Dinâmicas bem conduzidas, no entanto, podem ser uma ferramenta preciosa para empregadores - e também para candidatos. Isso porque elas servem para revelar quem é o profissional de verdade.
“A dinâmica é basicamente um instrumento para medir compatibilidade, o que é bom para os dois lados”, explica Ferraz.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Os comportamentos mais valorizados pelo mercado de trabalho


Claudia Gasparini
Você pode até ser brilhante do ponto de vista técnico, mas nada garante o seu sucesso se o seu comportamento não contribuir.
As chamadas “soft skills” - habilidades ligadas à inteligência emocional e à disposição psicológica para o trabalho - povoam as descrições de pré-requisitos para vagas em qualquer área, e não saem da boca dos recrutadores.

Foto: Visão de dono: mercado quer profissional que enxergue 
a empresa como se fosse sua, diz especialista
O motivo, segundo Ricardo Haag, gerente executivo da Page Personnel tem a ver com o cenário econômico mundial, e o consequente aumento das exigências por produtividade.
“Desde a crise de 2008, a capacidade de lidar emocionalmente com a pressão começou a ser uma questão de sobrevivência nas empresas”, explica. “Em equipes enxutas e com cobrança intensa por resultados, o profissional precisa se relacionar bem e ser capaz de se automotivar para o trabalho”.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

É temporário e quer ficar na empresa? Aprenda e aja como se fosse efetivo



Mariana Bomfim

A chegada do 13º salário ao bolso engorda os planos de fim de ano dos brasileiros. Para muitos trabalhadores, ela representa também oportunidades de emprego, já que as empresas contratam temporários para dar conta do aumento na demanda por produtos e serviços.

"O trabalho temporário é uma boa opção não só para quem está desempregado, mas também para quem está começando a carreira ou quer mudar de área", diz Marcelo Braga, sócio da empresa de recrutamento Search. Com a experiência, esses profissionais podem descobrir se gostam da empresa, da função e da nova área.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Redigindo e-mails



Por Ligia Crispino

Grande parte da comunicação corporativa se dá através de e-mails, ou seja, comunicação escrita. Então, vamos avaliar esta ação simples e corriqueira? O objetivo não é criticar essa ferramenta incrível de comunicação, mas há que se ter muito cuidado, pois ela têm um grande potencial de gerar ruídos como má interpretações.


O e-mail é menos invasivo: o destinatário responde quando está disponível ou quando encontrou a resposta mais adequada. Ele também traz agilidade e facilidade na comunicação, pois é possível falar com muitas pessoas ao mesmo tempo. No entanto, muitas pessoas têm melhor retenção quando abordadas pessoalmente ou por telefone. No contato pessoal, há mais interação e é possível trocar mais informações — inclusive não-verbais. A comunicação escrita fica mais limitada, pois quem escreve o e-mail não estará lá diante do destinatário para dar o tom correto, para se explicar. Justamente por isso, ele pode ser uma fuga para não encarar a pessoa quando temos de falar algo difícil.