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sexta-feira, 28 de novembro de 2014

7 perguntas e respostas sobre dinâmicas de grupo


Claudia Gasparini

Na cabeça de muita gente, dinâmicas de grupo são sinônimo de constrangimento, pânico ou simplesmente perda de tempo.
Para Eduardo Ferraz, consultor especializado no assunto pela SBDG (Sociedade Brasileira de Dinâmica dos Grupos), é comum que as pessoas "satanizem" essa ferramenta do recrutamento por causa de más experiências. 
“Muita gente diz que dinâmica é uma bobagem. Se for mal feita, realmente não passa de uma grande bobagem mesmo”, diz ele.
Dinâmicas bem conduzidas, no entanto, podem ser uma ferramenta preciosa para empregadores - e também para candidatos. Isso porque elas servem para revelar quem é o profissional de verdade.
“A dinâmica é basicamente um instrumento para medir compatibilidade, o que é bom para os dois lados”, explica Ferraz.
Já que a ideia é verificar se você e o seu empregador "combinam", a sinceridade é sempre o melhor caminho. "Fingir ser outra pessoa na dinâmica é o erro mais grave que um candidato pode cometer", diz Caroline Badra, consultora da Asap Recruiters.
Veja abaixo 7 perguntas sobre o tema respondidas pelos dois especialistas ouvidos por EXAME.com:

1. Dá para se preparar para uma dinâmica de grupo?
Não exatamente. A dinâmica serve justamente para avaliar aquilo que não pode ser ensaiado antes. Por isso, não há nenhuma preparação específica para a atividade. “O candidato deve se preparar apenas para agir naturalmente e ser ele mesmo”, diz Ferraz.

2. O que se costuma avaliar nessa fase do processo? 
O momento serve para avaliar a personalidade e as competências comportamentais do candidato. Segundo Caroline, habilidades de relacionamento interpessoal, criatividade, iniciativa, liderança e facilidade para se comunicar são alguns exemplos do que os recrutadores costumam observar.

3. Como demonstrar liderança diante do grupo sem parecer autoritário?
É fundamental mostrar firmeza e segurança nas suas posições, de acordo com Ferraz. Isso não significa, porém, que você tenha licença para desrespeitar o outro. O conselho do consultor é que você demonstre energia para a discussão, mas sem jamais perder o equilíbrio emocional.

4. Quais são os "pecados mortais" numa dinâmica de grupo? 
Para Caroline, o maior perigo está no excesso. Ficar muito calado e retraído, por exemplo, pode queimar a sua imagem - o que não é menos grave do que falar demais. Ferraz diz que incoerência e agressividade também costumam desclassificar candidatos.

5. Qual é a importância das roupas para a avaliação?
O peso das roupas não é tão grande quanto se pensa, na visão de Ferraz. “Basta ter bom senso e se vestir como se você estivesse indo trabalhar”, afirma. Outra dica é pesquisar antes sobre a cultura da empresa e escolher suas roupas de acordo com o código vigente.

6. É muito problemático demonstrar nervosismo?
Segundo Ferraz, as emoções são naturais e ninguém será julgado ou desclassificado por deixar transparecer sua tensão. O único cuidado necessário é não deixar os nervos levarem à descompensação emocional. “Muita gente tensa acaba perdendo o controle, gritando e até chorando na dinâmica, o que obviamente não pega nada bem”, diz ele.

7. Existe um limite para a formalidade (ou informalidade)? 
Não há uma fronteira clara, mas é preciso bom senso. Para Caroline, pessoas informais demais podem parecer pouco profissionais, enquanto as mais formais correm o risco de transmitir artificialidade. O conselho de Ferraz é que a sua atitude se paute pela cultura da empresa. "É preciso captar a postura das pessoas na dinâmica e se adaptar rapidamente”, diz o consultor.

Fonte: Exame.com

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Os comportamentos mais valorizados pelo mercado de trabalho


Claudia Gasparini
Você pode até ser brilhante do ponto de vista técnico, mas nada garante o seu sucesso se o seu comportamento não contribuir.
As chamadas “soft skills” - habilidades ligadas à inteligência emocional e à disposição psicológica para o trabalho - povoam as descrições de pré-requisitos para vagas em qualquer área, e não saem da boca dos recrutadores.

Foto: Visão de dono: mercado quer profissional que enxergue 
a empresa como se fosse sua, diz especialista
O motivo, segundo Ricardo Haag, gerente executivo da Page Personnel tem a ver com o cenário econômico mundial, e o consequente aumento das exigências por produtividade.
“Desde a crise de 2008, a capacidade de lidar emocionalmente com a pressão começou a ser uma questão de sobrevivência nas empresas”, explica. “Em equipes enxutas e com cobrança intensa por resultados, o profissional precisa se relacionar bem e ser capaz de se automotivar para o trabalho”.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

É temporário e quer ficar na empresa? Aprenda e aja como se fosse efetivo



Mariana Bomfim

A chegada do 13º salário ao bolso engorda os planos de fim de ano dos brasileiros. Para muitos trabalhadores, ela representa também oportunidades de emprego, já que as empresas contratam temporários para dar conta do aumento na demanda por produtos e serviços.

"O trabalho temporário é uma boa opção não só para quem está desempregado, mas também para quem está começando a carreira ou quer mudar de área", diz Marcelo Braga, sócio da empresa de recrutamento Search. Com a experiência, esses profissionais podem descobrir se gostam da empresa, da função e da nova área.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Redigindo e-mails



Por Ligia Crispino

Grande parte da comunicação corporativa se dá através de e-mails, ou seja, comunicação escrita. Então, vamos avaliar esta ação simples e corriqueira? O objetivo não é criticar essa ferramenta incrível de comunicação, mas há que se ter muito cuidado, pois ela têm um grande potencial de gerar ruídos como má interpretações.


O e-mail é menos invasivo: o destinatário responde quando está disponível ou quando encontrou a resposta mais adequada. Ele também traz agilidade e facilidade na comunicação, pois é possível falar com muitas pessoas ao mesmo tempo. No entanto, muitas pessoas têm melhor retenção quando abordadas pessoalmente ou por telefone. No contato pessoal, há mais interação e é possível trocar mais informações — inclusive não-verbais. A comunicação escrita fica mais limitada, pois quem escreve o e-mail não estará lá diante do destinatário para dar o tom correto, para se explicar. Justamente por isso, ele pode ser uma fuga para não encarar a pessoa quando temos de falar algo difícil.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Saiba como mandar um currículo por e-mail



Maíra Amorim 

Prefira enviar links em vez de anexos, apresente-se de forma sucinta e respeite as especificações de envio.
O anúncio da vaga pede que o currículo seja enviado por e-mail. Agora bate a dúvida: o que escrever na mensagem, levando em consideração que ela será recebida por uma pessoa desconhecida?
Textos padrões, como “Segue em anexo meu currículo para avaliação” têm mais chances de serem deletados sem nem ao menos serem lidos.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Tatuagem pode ser um ponto negativo na hora de conseguir um emprego.



Profissional deve estar ciente de que algumas empresas de setores tradicionais podem ter restrição ao desenho.

Rossini Gomes 

Algumas empresas têm resistência em aceitar em seu quadro de funcionários pessoas tatuadas ou com piercings. É claro que esse não deve ser o único critério de seleção ou desclassificação de um candidato. Mas é fato que corporações de setores mais tradicionais, como direito e engenharia, costumam ter restrições com a tatuagem. Então, caso o futuro profissional ainda não tenha feito o primeiro desenho, vale pensar se o perfil do emprego que deseja condiz com o adorno.

Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

Para evitar problema no trabalho, Manuela Melo costuma 
cobrir os desenhos do corpo

Enquanto empresas de áreas como comunicação, marketing, design, publicidade e programação estão mais propensas a aceitar funcionários tatuados, escritórios de advocacia e entidades médicas, por exemplo, têm certa resistência. “É por causa do segmento dos negócios. Não é recomendável, por exemplo, que um advogado use piercing num tribunal. É aconselhável que ele tire o objeto”, analisa a sócia e consultora da Ágillis RH, Eline Nascimento.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Profissional com boa reputação online tem mais chances




Veja 5 dicas de como evitar resultados negativos na busca do Google.

75% dos departamentos de RH olham candidatos no site, diz especialista.

As pessoas que procuram emprego pela primeira vez, aguardam uma promoção ou aumento na base de clientes e da rede de contatos podem ter seus esforços arruinados dependendo das informações encontradas sobre elas em sites de busca como o Google. De acordo com o especialista em carreiras e mídias sociais Dave Kerpen, as pessoas devem saber o quão importante é a presença online para as suas carreiras.