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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Saiba como dizer “não” no trabalho sem parecer pouco engajado

Por Cibele Reschke

Com equipes enxutas, a dificuldade em negar demandas no trabalho pode causar sobrecarga e estresse. Mas há maneiras de fazer isso sem parecer preguiçoso
Com a crise, o mercado fica ainda mais competitivo e sedento por resultados. Uma das consequências é o acúmulo de funções — e a dificuldade em negar um pedido dos chefes piora o quadro, gerando sobrecarga e estresse. O medo de dizer “não” é um fenômeno mundial.

Gesto negativo (Imilian/Thinkstock)

Fora do Brasil, a psicóloga social americana Harriet Braiker, Ph.D. pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles (Ucla), explorou o assunto no livro The Disease to Please (“A doença de tentar agradar”, numa tradução livre, sem edição no Brasil), que se tornou um best-seller segundo o jornal The New York Times. Para Harriet, as vítimas desse mal não são apenas pessoas que querem agradar e fazer os outros felizes.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

As 10 características mais valorizadas no mercado de trabalho

Atualmente ter um diploma em um curso superior já não é mais sinônimo de conseguir um bom emprego, até porque muitas das características mais importantes em um ambiente corporativo não são ensinadas em sala de aula e segundo especialistas, existe uma distância entre o conhecimento técnico e o que é exigido no mercado de trabalho.
© Fornecido por Guia da Carreira As competências às quais 
os especialistas se referem são como se comunicar bem, 
avaliação pessoal, montagem e motivação de equipes entre outras


Características importantes
São várias essas características, 10 delas são consideradas mais importantes e certamente serão um diferencial para a sua carreira. As competências às quais os especialistas se referem são como se comunicar bem, avaliação pessoal, montagem e motivação de equipes entre outras. Confira:

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

Bem-formada, nova geração chega mal-educada às empresas, diz filósofo

Ingrid Fagundez

Da BBC Brasil em São Paulo

Cortella lança o livro "Por que fazemos o que fazemos?" sobre a busca de propósito no trabalho

Segunda-feira, seis da manhã. O despertador toca e você não quer sair da cama. Está cansado? Ou não vê sentido no que faz?

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

5 perguntas que você não pode sair de uma entrevista de emprego sem fazer

A chave para uma entrevista bem-sucedida é manter uma conversa com o entrevistado, sendo que é importante saber quando não dominar uma conversa e também quando não deixar a entrevista cair no silêncio.


Uma boa forma de fazer a entrevista fluir bem é fazer perguntas para a pessoa que irá te avaliar. No entanto, manter a conversa durante uma entrevista de emprego pode ser difícil. Mesmo que você tenha uma lista de cinco ou 10 perguntas, o entrevistador pode não ter muito a dizer.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Use as redes sociais a seu favor e se dê bem na carreira

Bárbara Stefanelli

Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre a vida pessoal e profissional fica cada vez mais tênue. Segundo números do Ibope Nielsen Online, das 63,5 milhões pessoas com acesso à internet, 48 milhões são usuários ativos em casa ou no trabalho. Outra pesquisa, lançada no começo de janeiro, mostra que o Brasil já é o quarto país do mundo a ter mais perfis no Facebook e, quando se trata de Twitter, ocupamos a terceira posição.

Não queime o seu filme na web e saiba como usar
as redes sociais para alavancar a sua carreira

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Cuidado com o que você fala no trabalho


Augusto Freitas

Frases que você solta por estar chateado, cansado ou com problemas pessoais podem ser as tais "pérolas" que colocarão a perder sua trajetória profissional.
                                                                                                                                           
Preste atenção nestas frases: “Ele pensa que eu vou fazer tudo o que ele quer”, “Ela acha que eu não penso”, “Esse não é meu trabalho” e “Odeio essa empresa”. Comuns, não? Tão corriqueiras ao ponto de, ao ler este texto, fazer você realizar um exame de consciência sobre suas reações no local onde talvez passe mais tempo na vida, até mesmo mais do que em casa: o trabalho. Parou para pensar?

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

As redes sociais corporativas ou internas fazem parte da rotina de trabalho.



Segundo o especialista Christian Barbosa, a proposta da rede social corporativa não representa ganho certo de produtividade, pois não substitui as redes sociais de relacionamento.

Correio Braziliense 

Checar páginas pessoais durante o horário de trabalho não contribui para a produtividade de ninguém. Mas e quando a proposta, em vez de postar piadinhas e mensagens de autoajuda, é compartilhar informações, experiências e conhecimentos adquiridos dentro da própria empresa? Assim funcionam as redes sociais corporativas.
Esses ambientes de colaboração profissional são desenvolvidos por empresas especializadas e, com leiaute e ferramentas semelhantes às das redes de relacionamento, garantem o acesso dos funcionários a informações de maneira rápida, simples e eficaz. Os usuários podem seguir uns aos outros, curtir publicações e fazer comentários. Também podem divulgar imagens, vídeos e documentos.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Saiba como causar boa impressão durante a entrevista de emprego



Pâmela Kometani

Como um candidato a emprego pode causar boa impressão logo na primeira conversa? Como não parecer tímido ou confiante demais?

terça-feira, 3 de junho de 2014

Para Max Gehringer, “a profissão do futuro é a que gera empregos”



Especialista conversou com a Folha de Pernambuco sobre mudanças no mercado de trabalho

Raquelle Wacemberg, da Folha de Pernambuco 


Max Gehringer: "Jovens são imediatistas. 
Têm que aprender a planejar"



O que mudou no mercado de trabalho brasileiro?

Estamos no meio de um processo de mudança que deve ter começado na metade dos anos 1990. Um dos efeitos é a grande quantidade de jovens fazendo curso superior. Então, na metade dos anos 90, começamos a ter uma maior quantidade de faculdades. Acredito que nós já passamos dos 9% de brasileiros que têm curso superior. Estamos chegando perto de 18% e devemos alcançar 30% em breve. Então, isso muda a cara do mercado de trabalho de diversas maneiras. Acredito que o imediatismo é o DNA da nova geração. É a geração do videogame, que cresceu achando que o mundo é instantâneo. O que eles precisam entender é que as empresas não são tão rápidas assim. Elas têm um planejamento e isso faz com que eles tenham um choque no começo. Entretanto, vale salientar, que é essa a geração que vai dirigir empresas daqui a 30 anos. Terão dissabores? Sim. Mas temos que nos acostumar com esses jovens.

terça-feira, 27 de maio de 2014

A empresa quer saber quanto você quer ganhar



Dimensionar valor pode ser difícil. É importante identificar quanto vale o trabalho

Thomaz Vieira, da Folha de Pernambuco 

O que fazer quando a empresa pede sua pretensão salarial? Como dimensionar corretamente o valor? Afinal, quanto vale o trabalho? Definir essa média não é tarefa fácil, mas que deve ser feita com responsabilidade e bastante pé no chão. A pretensão reflete seu preço como profissional.

terça-feira, 13 de maio de 2014

3 dependências que podem atrapalhar sua atuação profissional


Por Gisele Meter

Falamos muito em dependências emocionais voltadas para os relacionamentos amorosos. Quando dizemos que uma mulher é dependente, normalmente nos vem à cabeça a ideia de uma pessoa submissa financeiramente ou até mesmo emocionalmente de seu parceiro. O fato é que dependência vai muito além disso, e está relacionada a aspectos psicológicos de aceitação, algo que curiosamente acaba te afastando daquilo que realmente é.



Uma mulher dependente deixa de explorar suas potencialidades e passa a viver para agradar os outros, acreditando que assim também será feliz. É aquela que sempre busca - fora de si - a realização que tanto procura. O curioso é que quanto mais dependente uma pessoa é, mais triste e vazia ela se sente. Isso porque ela acredita a todo o momento que precisa ser completada e preenchida pela presença ou opinião do outro.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Dicas para não errar na roupa de trabalho nos dias de verão


Karina Costa

Em dias muito quentes, dá vontade ir trabalhar com roupa de passeio. Vestidinhos, camiseta, bermuda, sapatos abertos e até chinelo, tudo seria ideal para enfrentar a onda de calor, já que nem todos têm a sorte de ficar em ambientes com ar-condicionado. Mas a grande maioria das empresas adota uma conduta conservadora, ou seja, exige roupas que não exponham em demasia o corpo.

Blusas de alcinha e decotes devem ser evitados no ambiente de trabalho, bem como sandália rasteirinha. “Alguns pedem roupas mais informais, mas em muitas empresas não dá para fugir do estilo social ou de uniformes. Infelizmente para esses casos, o que dá para fazer é vestir a roupa adequada quando já estiver no trabalho, antes de começar o expediente”, indica Marcele Goes, consultora de imagem pessoal e corporativa da Estilo Sob Medida, Marcele Goes.

Tecidos mais leves
 
Se você não precisa usar uniforme, mas necessita ser formal, opte por peças de algodão. Elas permitem a transpiração e geralmente não têm forro ou mais camadas de tecido acumuladas. São mais leves e é possível encontrar modelos menos despojados.


segunda-feira, 14 de abril de 2014

Os caminhos a seguir depois da faculdade


Sávio Gabriel - Especial para o Diario

Antes de tomar qualquer decisão, é preciso saber exatamente quais são os objetivos profissionais e definir a melhor estratégia para alcançá-los

Sheila Nascimento engrenou uma pós depois de concluir
o curso de gestão de pessoas, seguindo a filosofia de 
não ficar parada. Foto: Blenda Souto Maior/DA Press

Você está prestes a terminar a faculdade? Já decidiu se vai iniciar, de imediato, uma pós-graduação? Ou prefere dar um tempo, focar no mercado de trabalho e depois retomar os estudos? Essa é uma dúvida comum entre os universitários que estão terminando um curso de graduação. Antes de tomar a decisão, é preciso saber exatamente quais são os objetivos profissionais e definir a melhor estratégia para alcançá-los. O Diario consultou especialistas para falar sobre o assunto.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Saiba responder a sete perguntas embaraçosas que os chefes fazem.


Rita Trevisan e Suzel Tunes

Se você nunca teve que enfrentar uma saia justa por conta de uma pergunta vinda do seu chefe, espere mais um pouco, é uma questão de tempo. Questões inesperadas, às vezes constrangedoras, são mais comuns do que deveriam e podem provocar situações incômodas no trabalho --especialmente se quem as faz é o seu superior hierárquico.


Diante de uma pergunta embaraçosa, feita à queima-roupa, a tentação de mentir é grande: um estudo publicado em 2012, na revista científica Psychological Science, revela que, sob pressão, as pessoas mentem mais. "Quando a situação exige uma resposta rápida, instintivamente, as pessoas tendem a se proteger, ainda que, para isso, abram mão da postura ética e mintam", diz o psicólogo Shaul Shalvi, da Universidade de Amsterdam, em sua pesquisa.

Porém, esse é, sem dúvida alguma, o pior desfecho para o episódio, segundo afirmam os especialistas em gestão de recursos humanos e comunicação no ambiente de trabalho. Afinal, mais cedo ou mais tarde, a verdade aparece. "É mais complicado ainda se o gestor for surpreendido por uma informação que ele já deveria ter", diz o psicólogo Rafael Chiuzi, especialista em psicologia do trabalho e coordenador do curso de Gestão de RH da Universidade Metodista de São Paulo.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Sabe qual é o maior motivo de reprovação nos processos seletivos? Erros de Português.


9 erros de português que o candidato precisa evitar

Por Fernanda Bottoni

Muitos profissionais (de todas as áreas) estão cometendo gafes terríveis com a Língua Portuguesa. Um estudo do Nube aponta que, só nos últimos cinco anos, a taxa de reprovação dos candidatos na etapa de “ditado” e “redação” aumentou 60%. O dado é assustador porque, além de ferir os ouvidos do interlocutor, quem comete erros gramaticais pode prejudicar sua imagem e jogar pelos ares as melhores oportunidades de trabalho.

Segundo Eva Buscoff, coordenadora de treinamentos internos do Nube, os candidatos cometem erros bem variados, mas muitos – muitos mesmo – são de ortografia. Pior que isso – erram palavras que deveriam fazer parte do seu dia-a-dia. “Vejo estudantes de jornalismo que não sabem escrever ‘assessoria’ e de ciências contábeis que se atrapalham com ‘rescisão’”, diz ela.

Ficou preocupado? Confira a seguir 9 erros de português que você não deve cometer nem no whatsapp:

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Com pique para recomeçar

Vale a pena se programar para não voltar das férias sem ânimo.
Depois da comilança do Natal, das festas de Ano Novo e de uma temporada de puro ócio, chega o momento de voltar ao trabalho. Aí rola um desânimo e nos primeiros dias é difícil pegar no tranco, não é mesmo? Mas saiba que isso é normal e acontece com a maioria dos profissionais.“A pessoa pode voltar ao trabalho com um pouco de preguiça, mas em até duas semanas deve recobrar o pique, caso contrário, está na hora de reavaliar a atividade profissional e a carreira”, afirma Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association (ISMA) no Brasil.  

terça-feira, 2 de julho de 2013

O que fazer quando o estágio não é o que você esperava


Camila Pati

Manoela Costa, gerente da Page Talent, dá as dicas de como contornar o desalinhamento no estágio e aumentar as chances de chegar aonde você deseja.
Mostre que sua capacidade e motivação vão além das tarefas para 
as quais você está sendo designado

A empresa pode até ser o lugar dos sonhos para trabalhar. Mas, depois da entrevista de emprego e de ouvir o tão esperado “você está contratado”, tudo mudou de figura. E entre você e as atividades que esperava desempenhar como estagiário abre-se um abismo. O que fazer?

Pesquisa realizada pela consultoria Page Talent, com mil jovens entre 18 e 25 anos, aponta que 68% dos estagiários estão dispostos a trocar de emprego por conta da falta de clareza nas atividades que eles devem realizar na empresa. Na opinião de Manoela Costa, gerente da Page Talent, antes de sair espalhando currículos pelo mercado, o estagiário deve investigar o grau de desalinhamento entre o que foi prometido durante o processo seletivo e o dia a dia do trabalho. 

 “Se realmente a transparência não ocorreu, foi prometido um plano de desenvolvimento de carreira, por exemplo, e quando ele chegou na empresa nada do que foi acordado foi efetivamente cumprido, este estagiário dificilmente vai ficar”, diz. 

No entanto, se o problema reside apenas nas atividades, ela dá algumas dicas do que fazer para contornar o problema e chegar aonde você sempre quis sem precisar pedir demissão. Confira:

1.Mantenha o canal de comunicação com o gestor

“É importante manter o canal de conversa aberto com o gestor”, diz a gerente da Page Talent. Alinhar as expectativas é a primeira atitude a ser tomada. “Até para o estagiário não desistir e ir para outra empresa em que ocorra a mesma coisa”, explica.

Chame o seu chefe para conversar e mostrar os pontos em que acredita que há o desalinhamento, pergunte se há a chance de as coisas mudarem. “Converse de uma forma bem madura e peça a opinião dele até para saber se em algum momento isso vai mudar”, recomenda.

2.Tente se envolver em tarefas que tragam mais realização

Mostre que sua capacidade e motivação vão além das tarefas para as quais você está sendo designado. Busque seu espaço mostrando competência. 

“O jovem só não deve deixar de lado as atividades que foram passadas para ele, porque no fim do mês ele será cobrado por elas e não pelos trabalhos extras”, ressalta Manoela.

Terminou o trabalho mais cedo? Mostre ao seu chefe que já está tudo pronto e peça para acompanhar outras atividades. “ Ele deve tentar se envolver nas tarefas para as quais ele considera que tem habilidade”, recomenda Manoela.

3.Aceite o fato de que nem todas as atividades trazem satisfação

Nem o expediente do mais bem sucedido profissional só tem tarefas que trazem satisfação. “O que não pode acontecer é achar que ele só vai fazer o que ele gosta”, diz Manoela. Aceitar este fato indiscutível em qualquer carreira é essencial para minimizar o desgaste emocional.

4. Mude o seu ponto de vista sobre as tarefas

Você como estagiário foi escalado para tomar notas de uma reunião. Tudo bem, tomar notas pode não ser a atividade em que você vai poder extravasar o seu potencial criativo de solução de problemas, mas se você mudar de ponto de vista pode ganhar motivação para fazer as anotações.

Assim , em vez de apenas anotar o que está sendo dito você pode prestar atenção ao tema discutido na reunião e aprender muito com aquilo. “Vai depender do olhar que a pessoa vai ter para aquela situação”, diz Manoela.

Fonte: Exame.com

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Site identifica pessoas que falam mal do trabalho em rede social


Muitas pessoas usam as redes sociais para falar sobre sua rotina, compartilhar alegrias e fazer reclamações. E acabam expondo a vida de uma forma que, se parassem para analisar, talvez fizessem de outra forma. Você já parou pra pensar no quanto de privacidade você tem na internet?

Com o objetivo de observar o comportamento das pessoas na internet - em especial no Twitter -, os pesquisadores brasileiros Bernardo Nunes Pereira e Ricardo Kawase, da Universidade de Hanôver, na  Alemanha, desenvolveram o site FireMe! (fireme.me) em que é possível ver todas as pessoas que estão falando sobre o local onde trabalham, inclusive o que dizem sobre seus chefes.

"A gente escolheu as pessoas que falam sobre o trabalho na internet para verificar se elas estariam conscientes de que podem ser achadas através daqueles comentários”, explica Bernardo Nunes Pereira.

Depois de criar o site, os pesquisadores escreveram um artigo e apresentaram na conferência Web Science, há cerca de um mês. Com a repercussão, o site ganhou também as versões em espanhol e português. Portanto, cuidado! Se você andou usando o Twitter para falar mal do seu emprego, provavelmente seu comentário está no site fireme.me.

O sistema usa palavras-chave para selecionar os tweets, e a partir de então começa o trabalho dos pesquisadores. Pelo site, é possível ver até quais são as chances de você ser demitido devido a seu comportamento na internet, caso o chefe o descobrisse.

 “A gente pega os tweets e faz uma análise de sentimento, pra ver se a pessoa que está falando mal do trabalho é mais positiva ou mais negativa. E também contabilizamos todos os tweets q/ue a pessoa tem no passado dá um score (nota)”, explica Ricardo Kawase.


quinta-feira, 7 de março de 2013

Diploma sem experiência profissional pode atrapalhar a carreira


O mercado pede um equilíbrio entre experiência e formação acadêmica. Na hora de buscar uma especialização é preciso fazer as escolhas certas. 

Muitos estudantes de nível superior terminam a graduação e imediatamente partem para uma especialização ou mestrado, deixando lacunas na experiência profissional. Para a construção de uma carreira sólida, somente a formação acadêmica ou a experiência profissional não garantem a entrega de resultados.

Muitos acreditam que com um currículo acadêmico impecável vão garantir alta empregabilidade, e isso não é verdade. No Brasil a experiência é bem mais valorizada. O mercado prioriza a experiência, porém solicita a formação.

Aqueles que têm uma dedicação aos estudos e fragiliza a experiência, poderá ter problemas para conseguir se posicionar no mercado, ou até ser considerado com maior destaque no mercado de trabalho.

Um profissional que se dedica mais aos estudos pode demonstrar ao mercado de trabalho um interesse muito maior para uma carreira acadêmica. Se o profissional tem uma dedicação ampla para um mestrado possivelmente existe uma tendência dessa pessoa privilegiar a carreira acadêmica.

A opção pelo curso deve ser coerente com a carreira, por que senão fica difícil mercado entender o interesse por um curso que não tem proximidade com a carreira que está exercendo. Para diversos cargos gerenciais, por exemplo, um mestrado ou doutorado simplesmente não serão considerados na sua avaliação pelo mercado.

Os MBAs, por sua vez, estão ficando “juniorizados” e é sempre bom avaliar se i investimento vale a pena. Se você não tem repertório para discutir com seus colegas não vale a pena cursar. As pessoas estão fazendo pós e MBA por fazer, é preciso estar muito consciente do que você quer.