Busca

Mostrando postagens com marcador Comunicação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comunicação. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Redigindo e-mails



Por Ligia Crispino

Grande parte da comunicação corporativa se dá através de e-mails, ou seja, comunicação escrita. Então, vamos avaliar esta ação simples e corriqueira? O objetivo não é criticar essa ferramenta incrível de comunicação, mas há que se ter muito cuidado, pois ela têm um grande potencial de gerar ruídos como má interpretações.


O e-mail é menos invasivo: o destinatário responde quando está disponível ou quando encontrou a resposta mais adequada. Ele também traz agilidade e facilidade na comunicação, pois é possível falar com muitas pessoas ao mesmo tempo. No entanto, muitas pessoas têm melhor retenção quando abordadas pessoalmente ou por telefone. No contato pessoal, há mais interação e é possível trocar mais informações — inclusive não-verbais. A comunicação escrita fica mais limitada, pois quem escreve o e-mail não estará lá diante do destinatário para dar o tom correto, para se explicar. Justamente por isso, ele pode ser uma fuga para não encarar a pessoa quando temos de falar algo difícil.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Evite as gafes da comunicação oral na entrevista



Diversas características são avaliadas dentro de um processo seletivo, no entanto, além da parte técnica, uma competência que poucos se preocupam em trabalhar, e que pode fazer a diferença na escolha entre um ou outro profissional, é a comunicação oral.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Saiba como melhorar suas habilidades sociais e alcançar seus objetivos



Estudo aponta que não só de inteligência é feito um bom funcionário.

Pessoas mais inteligentes sobem na escada corporativa há algumas décadas, independente de suas habilidades sociais. Mas, ser inteligente não é suficiente para garantir uma ascensão no mundo dos negócios já que a liderança exige que você seja socialmente adepto. Segundo uma pesquisa publicada pela Review of Economics and Statistics, suas habilidades sociais podem ser tão importantes quanto sua inteligência quando se trata de alcançar o sucesso.

sexta-feira, 28 de março de 2014

Saiba o que falar por e-mail


Nathaly Bispo

O envio de mensagens eletrônicas tornou a comunicação no ambiente corporativo mais dinâmica e simples. Porém, ao ser utilizado em todas as ocasiões, este tipo de recurso também pode causar problemas e criar situações de estresse.

Para o coaching de carreira Edgar França, o estresse ocorre porque muitas vezes o que é escrito nem sempre é bem interpretado pelo receptor, por isso é importante ficar atento aos momentos onde uma conversa informal é mais apropriada. “Não importa o quão íntimo você é dos seus colegas de trabalho, é preciso filtrar o que deve ser escrito por e-mail. Lembre-se, qualquer coisa que enviar pode repercutir de forma negativa se alguém não entender o contexto da mensagem, principalmente quando se trata de um assunto delicado”, explica.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Seção: Outras palavras


Por Dad Squarisi

Era uma vez...
Um comerciante do mercado público vendia sardinhas, dourados, tambaquis, pirarucus e surubins. A banca prosperava. Entusiasmado, ele decidiu inovar. Exibiu esta faixa bem vis­tosa: "Hoje vendemos peixe fresco". Olhou de longe. Oba! Orgulhoso, perguntou ao vizinho:
- Que tal a novidade?
- É. Está bem. Mas me diga urna coisa. Você vende peixe velho? Não? Então pra que o fresco?
O homem apagou o adjetivo. Ficou "Hoje vendemos peixe".
- E agora? indagou interessado.
- Pra que o hoje? Hoje é hoje.
Restou "Vendemos peixe".
- Por acaso você dá peixe? Não? O vendemos sobra.
- Pronto. Fica só peixe.
- Pra que peixe? Quem chega vê a mercadoria. Não precisa de anúncio.
Decepcionado, o infeliz arrancou a faixa.

MENOS É MAIS

A história ensina uma lição. Um mundo novo bate à porta. Não é qualquer mundo novo. Trata-se do mundo novo de alta tecnologia. Mais precisamente: o mundo das comunicações. No celular e no Twitter, as mensagens só podem ter 140 caracteres. O que e isso? São 140 toques no computador,   contados os espaços. É este tamanho:           

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

0 miserê se explica. Cada vez mais a gente vai receber e mandar recados pelo celular. Como abrigá-los no visor? A receita é uma só – usar o metro e a tesoura. O metro para medir o tamanho de palavras e frases. A tesoura para cortar as compridonas sem piedade. No caso, vale a regra: pequeno é bom, mas menor é melhor.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Recrutadores revelam como se destacar em dinâmicas de grupo de vagas de comunicação


Edson Caldas*

Em grandes processos seletivos não há como escapar dela: a dinâmica de grupo. A partir do segundo semestre, diversas empresas — inclusive de comunicação — começam a escolher profissionais para ocupar novas vagas no ano seguinte. Em meio a uma vasta quantidade de currículos, recrutadores apostam nas etapas coletivas para fazer uma triagem inicial.
Crédito:Stock.XCHNG
Especialistas dão dicas de como ir bem em dinâmicas de grupo no processo seletivo

No entanto, a ideia não visa apenas otimizar tempo, mas também avaliar o candidato trabalhando em grupo. “A dinâmica permite que você o visualize na interação com os demais”, explica Iracema Dias de Araújo Andrade, diretora técnica da Viva Talentos. “Ela reproduz um pouco da situação que você tem no dia a dia de trabalho, na qual, em muitos momentos, você toma decisões em conjunto.”

As atividades costumam ser a primeira etapa presencial de processos seletivos de profissionais em início de carreira, como é o caso de estagiários e trainees. Ela permite que os recrutadores analisem competências, como grau de iniciativa do candidato, habilidade de lidar com prazos, relacionamento interpessoal, além da capacidade de conseguir direcionar tarefas propostas para um resultado satisfatório.

Apresente-se com naturalidade

Grande parte das dinâmicas possui uma etapa em que todos contam brevemente suas experiências — ela pode durar de dois a cinco minutos por integrante. Segundo profissionais de Recursos Humanos, é essencial que os candidatos garantam autenticidade na apresentação. 

 “Quando o estagiário é artificial, desempenhando um papel ou sendo performático e usa de uma postura que não é a dele, em algum momento vai se contradizer”, justifica Sonia Minelli, gerente RH da Editora Globo. De acordo com ela, existem candidatos que adotam um discurso pronto, o que pode ser negativo. “A gente percebe que aquilo não é natural, é algo que ele está forçando.”

Para a analista de recrutamento e seleção da Editora Escala Thais Bagatim, também não é recomendado que o candidato fale mal de empregos anteriores. “Acho muito chato quando a pessoa traz fatos negativos que ocorreram na empresa e expõe isso. Não é necessário”, esclarece. “É legal a pessoa ser sincera, mas quando ela traz isso de um jeito negativo, ficamos um pouco inseguros de contratar. Será que ela não vai ser um futuro problema para a gente também?”

Neste momento, o candidato deve explorar seu tempo expondo diferenciais de forma sucinta e frisando seu interesse pela vaga.

O que é avaliado

O candidato que participa de uma dinâmica tem de buscar ser ele mesmo, “não deve tentar mostrar alguma característica ou atitude que não é realmente sua, pois esta poderá ser esperada depois de contratado”, explica Roberta Pelosini, consultora da Cia de Talentos.

A experiência anterior em redação, no caso dos processos para o departamento editorial, é quase que fundamental segundo Thais. Aspectos como a afinidade com os temas abordados nas publicações também são decisivos. “Mas não é só isso. Nós também analisamos questões como comunicação, escrita, fala e matérias que ele já publicou”, diz.

Para Sonia Minelli, em primeiro lugar o candidato tem de mostrar que quer muito a vaga, que esta representa realmente um diferencial para ele. “Se ele tiver esses elementos e energia, estará dentro daquilo que estamos buscando”, afirma. “Buscamos pessoas que gostam do que fazem, motivadas e que venham aqui para fazer a diferença.”

Conheça a empresa

 “Nas dinâmicas de grupo realizadas pela Cia de Talentos, avaliamos as competências da empresa, ou seja, os comportamentos que o candidato deve ter para aquela vaga”, diz a consultora Roberta Pelosini. De acordo com ela, cada empresa tem um perfil comportamental diferente e, por isso, em cada dinâmica os candidatos são vistos com os “óculos” daquele contratante.

Surge daí a necessidade de uma pesquisa ostensiva acerca da vaga para qual o profissional está se candidatando, além dos valores, atuação da empresa e últimas notícias relacionadas à companhia para saber se esta se encaixa em seu perfil.

 “Muitas dinâmicas trabalham cases onde a temática principal tem a ver com o negócio da empresa e, conhecer um pouco sobre ela pode ajudar no desenvolver do trabalho e isso pode contar alguns pontos positivos para o candidato”, explica Roberta. “Infelizmente, muitos candidatos ainda não fazem esta pesquisa e deixam de aproveitar adequadamente estas oportunidades.”

Pró-ativo?

Ao contrário do que muitos candidatos acreditam, não é preciso falar e posicionar-se o tempo todo para fazer os olhos dos recrutadores brilharem. Afinal, o trabalho é grupo. O recomendado é dar uma contribuição consistente e buscar solucionar a tarefa em equipe.

 “É importante que você seja pró-ativo, só que com conteúdo”, diz Iracema. “Você pode ser uma pessoa que se coloca pontualmente, mas que entra com muito conteúdo e faz a diferença, dá um direcionamento ao trabalho no momento em que se posiciona.”

Temido traje

Embora empresas de comunicação tendam a ser menos formais, o adequado, seja na dinâmica ou em uma entrevista, é procurar vestir-se de forma discreta. “O ideal é que você garanta uma apresentação sem exageros”, recomenda Iracema. 

 “Em uma empresa de comunicação nós não exigimos, como em um banco, que tenha um traje mais formal. Porém, o que não aceitaríamos em uma dinâmica: bermuda, chinelo ou rasteirinha”, elenca Roberta. “É um ambiente profissional.”

* Com supervisão de Vanessa Gonçalves

Fonte: UOL